| Calvície |
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| Calvície |
A calvície (alopécia) é muito mais comum nos homens que nas mulheres. Ela pode ser decorrente de fatores genéticos, do envelhecimento, das condições cutâneas locais e de doenças sistêmicas (que afetam todo o organismo). Alguns medicamentos (p.ex., drogas antineoplásicas) também podem causar a queda de cabelo. A calvície de padrão masculino é o tipo mais comum de queda de cabelo que afeta os homens. Ela é rara em mulheres e crianças, pois depende da presença de hormônios masculinos (androgênios) e da concentração dos mesmos, que encontra-se elevada nos homens após a puberdade. Este tipo de calvície tem um caráter familiar. Geralmente, a queda de cabelo começa nas zonas laterais, próximo da fronte ou na parte superior da cabeça em direção a região posterior. |
A queda de cabelo pode começar em qualquer idade, mesmo na adolescência. Alguns indivíduos perdem somente parte do cabelo e desenvolvem uma calvície na porção posterior ou em outra região do couro cabeludo. Outros, especialmentes aqueles cuja perda de cabelo começa na juventude, podem tornar- se completamente calvos. A calvície de padrão feminino é menos comum que a de padrão masculino. Comumente, esta condição produz uma rarefação de cabelo na frente, nas laterais e na coroa. Raramente, ela evolui até uma perda total do cabelo. |
| A calvície tóxica (alopécia tóxica) pode ocorrer após uma doença grave acompanhada de febre alta. Em doses excessivas, algumas drogas, sobretudo o tálio, a vitamina A e os retinóides. podem causar a calvície. Muitas drogas antineoplásticas também a causam. Além disso, a calvície pode ser decorrente de uma hipoatividade da tireóide, da hipófise ou mesmo da gravidez. O cabelo cai durante 3 a 4 meses após a doença ou outro transtorno. Geralmente, a queda de cabelo é temporária e o cabelo volta a crescer. |
A alopécia areata é um distúrbio no qual ocorre uma queda súbita de pêlos em uma área determinada, habitualmente no couro cabeludo ou na barba. Raramente, pode ocorrer queda de toda a pilificação do corpo, uma condição denominada alopécia universal. Geralmente, os pêlos voltam a crescer em alguns meses, exceto nos indivídos com perda de pêlo generalizada, nos quais um novo crescimento é improvável. O arrancamento de cabelo (tricotilomania) é mais comum em crianças, mas o hábito pode persistir por toda a vida. |
O hábito pode não ser percebido por muito tempo, o que leva os médicos e os pais a pensarem em uma doença (p.ex., alopécia areata) como sendo a causa da queda de cabelo. Algumas vezes, uma biópsia (coleta de uma amostra de pele para exame microscópico) ajuda o médico a estabelecer o diagnóstico. A alopécia cicatricial é a queda de cabelo que ocorre em áreas cicatrizadas. A pele pode apresentar cicatrizes por queimaduras , lesões graves ou radioterapia. As causas menos evidentes de cicatrização incluem o lúpus eritematoso sistêmico, o líquen plano, as infecções bacterianas ou fúngicas crônicas, a sarcoidose e a tuberculose. Os cânceres de pele também podem causar cicatrizes na pele. |
Diagnóstico e Tratamento |
| A determinação do tipo de calvície simplesmente através da observação é algumas vezes difícil e, por essa razão, o médico pode necessitar de uma biópsia para estabelecer o diagnóstico. A biópsia ajuda a determinar se os folículos pilosos são normais. Quando eles são anormais, a biópsia pode indicar as causas possíveis. A maioria dos tipos de calvície ou alopécia não tem cura. Um indivíduo com calvície de padrão masculino ou feminino pode ser submetido a um transplante de cabelo, no qual os folículos pilosos são removidos de uma parte do corpo e transplantados. Alguns medicamentos (p.ex., minoxidil tópico) podem favorecer o crescimento do cabelo em uma pequena porcentagem de indivíduos. |
A finasterida oral também pode promover o crescimento do cabelo. Os corticosteróides injetados sob a pele costumam ajudar as pessoas com alopécia areata, mas os resultados podem não ser duradouros. Um outro tratamento para a alo-pécia areata envolve a indução de uma reação alérgica ou de uma irritação discreta para promover o crescimento do cabelo. A alopécia cicatricial é particularmente difícil de ser tratada. Quando possível, a causa da formação de cicatrizes é tratada, mas após uma área da pele ter cicatrizado totalmente, o crescimento de pelo é improvável. |
Fonte : Merck
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| Calvície - Sobre a Calvície |
Calvície é uma forma de alopécia caracterizada por uma gradual e progressiva perda de cabelos devido a fatores hereditários. O tipo mais comum de calvície masculina é a alopecia androgenética, ou calvície de padrão masculino. Ocorre em aproximadamente 50% dos homens. |
Causa |
A calvície masculina pode ser causada por uma alteração genética herdada de uma substância de ocorrência natural chamada DHT. Estudos já realizados de fios de cabelos de couros cabeludos calvos e não-calvos mostraram que, com a calvície de padrão masculino, os níveis de 5-alfa-redutase e DHT no couro cabeludo são consideravelmente altos. A 5-alfa-redutase é importante na formação de DHT e, consequentemente, níveis elevados de DHT estão associados com calvície masculina. A calvície masculina começa com o afinamento gradativo dos cabelos nas têmporas aumentando assim com o passar do tempo. |
Diagnóstico |
| O diagnóstico deve ser realizado por um médico dermatologista para que este determine se o mesmo apresenta uma queda normal de cabelos ou se possui uma "influência genética". O dermatologista assim irá proceder para o exame visual onde o próprio concluirá se a pessoa possui uma queda definitiva dos cabelos e assim encaminhará o paciente para um tratamento. |
Tratamento |
O tratamento mais comum e mais conhecido para combater a calvície seria o transplante capilar. |
Outro tratamento faz referência aos medicamentos como finasterida e minoxidil que devem ser recomendados por um dermatologista a fim de o paciente iniciar o tratamento. Em muitos os casos esse tipo de tratamento traz bons resultados sem contar o baixo custo da compra do medicamento que se encontra também na forma manipulada. |
| Alguns fatores de crescimento, como o fator de crescimento insulínico (IGF), o fator de crescimento fibrosblástico básico (bFGF), e o fator de crescimento vascular (VEGF), parecem estimular os folículos capilares. No Brasil esses fatores de crescimento já se encontram disponíveis para a manipulação de loções, e já vem na forma nanoencapsulada, o que potencializa muito a penetração na pele e duração do efeito. |
| Os tratamentos laser, geralmente oferecido a altos custos em clínicas capilares, se demonstraram de pouca ou nenhuma ajuda capilar, se limitando basicamente as propriedades anti-inflamatórias da luz ou laser vermelho (faixa ao redor de 650nm). A ação ani-inflamatória é semelhante a de um shampoo anticaspa medicinal. Alguns aparelhos que se dizem para uso capilar, e que se intitulam como laser, vendidos mercado a preços bem elevados, na verdade usam LEDs de baixa potência, e portanto insuficientes mesmo para um simples efeito anti-inflamatório. |
Um estudo realizado pelo professor Luis Carlos Cucé, ex-professor da Universidade de São Paulo (uma das mais conceituadas universidades brasileiras), que se destinaria a averiguar se o laser teria algum efeito sobre os cabelos em pessoas com alopecia androgenética, até hoje nunca foi publicado. |
Há evidência que apontam que o antibiótico roxitromicina teria um efeito benéfico para os cabelos quando aplicado na forma de loções tópicas. A roxitromicina tem efeito modulador da resposta imunológica. Um pequeno estudo clínico, com cerca de 10 pacientes portadores de alopecia androgenética, demonstrou que mais da metade deles obtiveram melhoras significativas quando ao crescimento e fortalecimento de fios miniaturizados. Especula-se que a roxitromicina teria efeito inibidor, na produção de algumas citocinas que seriam prejudicial aos queratinócitos. |
| Existem alguns medicamentos em fase de teste, e terapias novas como a multiplicação de células capilares, e tudo leva a crer que no futuro a calvície não seria mais um problema. A questão é quanto tempo levará para que eles se concretizem e estejam disponíveis. |
Atualmente o principal problema, quanto aos tratamentos capilares verdadeiros e comprovados disponíveis, está no fato de que a maioria dos pacientes só procura um médico especializado depois que a perda capilar já chegou num estágio bem incômodo, e portanto com menores chances de bons resultados. Geralmente, as pessoas antes de procurar um bom médico acabam usando produtos vendidos na TV, ou shampoos que se intitulam anti-queda, mas que não tem efeito sobre o problema. Quanto mais cedo for diagnosticado o problema e a prescrição de um tratamento apropriado, maiores são as chances de controle da perda capilar. Mesmo assim a resposta ao tratamento varia de pessoa pra pessoa, pois cada pessoas responde de uma forma as medicações. |
Fonte : Wikipedia
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| Calvície - Sinais, Mitos e Verdades |
Sinais de aviso da calvície : |
- Familiares calvos.
- Excesso de pelos no corpo.
- Crescimento lento dos cabelos.
- Seborréia do couro cabeludo.
- Despigmentação dos cabelos.
- Afinamento dos cabelos e diminuição do volume.
- Queda excessiva diária de cabelos.
- Rarefação dos cabelos no topo da cabeça.
- Aumento da “coroinha” - diminuição da densidade capilar na área do vértice do couro cabeludo.
- Aumento das “entradas”- diminuição da densidade capilar nas áreas da linha de frente dos cabelos. |
Fatores que acentuam a queda de cabelos (alopecia): |
- Medicamentos: olhar na bula sobre os efeitos colaterais, eles podem determinar alopecia.
Alterações hormonais decorrentes de: tireóide, paratireóides, hipófise, supra-renais, ovários, parto, menopausa. |
| - Doenças: dermatoses, fungos, diabetes, parasitas intestinais, sangramentos, anemia, sífilis, infecções, febre alta, problemas renais e hepáticos. |
- Fatores alimentares: dietas exageradas, emagrecimento rápido, desnutrição, dificuldades em absorver nutrientes, intoxicações por metais, falta ou excesso de vitaminas.
Alterações emocionais: estresse, depressão, anorexia, distúrbios compulsivos. |
Mitos sobre a Calvície : |
- Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda.
Mito: a lavagem só desprende os fios que já estão por cair e não determina a perda. |
- Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz.
Mito: as células do bulbo capilar situam-se na derme do couro cabeludo onde a água não penetra.
Poderá, no entanto, favorecer a proliferação de fungos. |
- A prática da natação contribui para a calvície.
Mito: a água da piscina poderá prejudicar a beleza dos fios devido ao cloro e ao cobre que contém, mas não influi para a calvície. |
- O estresse faz cair os cabelos.
Verdade: o estresse altera os hormônios que influem sobre os ciclos capilares e em muitas pessoas faz cair os cabelos.
Quando existir tendência para a calvície o estresse poderá agravá-la. |
- O crescimento dos cabelos sofre a influência das fases da lua, por isso, para que fiquem mais fortes, devemos cortá-los na lua crescente.
Mito: o cabelo é uma fibra composta de células mortas impregnadas de queratina.
Não há evidências científicas de que os ciclos lunares influenciem os cabelos. |
- O uso freqüente de tinturas intensifica a queda de cabelos.
Mito: a verdadeira responsável do crescimento do cabelo é a raiz pilosa.
A tintura afeta apenas a haste do fio. |
- Cortar as pontas todos os meses fortalece os cabelos.
Mito: o cabelo cresce cerca de 1 cm por mês em razão da proliferação celular que acontece na raiz.
Cortá-lo em qualquer época não acelera o crescimento. |
- O fio branco arrancado dá lugar a outro preto.
Mito: os fios brancos decorrem de alterações enzimáticas das células germinativas do bulbo piloso e não adianta arrancá-los, pois continuarão a nascer sem o pigmento que lhes dava a cor. |
- A caspa favorece à queda dos cabelos.
Mito: a caspa não influi sobre a queda dos cabelos e nem sobre a calvície. |
- Usar boné ou chapéu determina queda dos cabelos.
Mito: a proteção do couro cabeludo e dos cabelos é importante em climas extremos e não contribui em nada para a calvície. |
| Verdades sobre a Calvície : |
- A exposição freqüente ao sol faz mal aos cabelos e ao couro cabeludo.
Verdade: o sol, quando em excesso, altera a cor dos cabelos, desidrata-os e, por vezes, provoca graves alterações do couro cabeludo. |
- Dormir com os cabelos presos é prejudicial.
Verdade: os fios ficam marcados pelo prendedor e poderão romper quando nos mover durante o sono. |
- O cigarro e o álcool aceleram a perda capilar.
Verdade: a nicotina prejudica a oxigenação do bulbo capilar e o DHT se apresenta mais elevado nos fumantes.
Já o álcool em excesso determina alterações metabólicas e hormonais que influem na saúde dos fios. |
- A redução do estômago afeta os cabelos.
Verdade: esta cirurgia reduz a capacidade do organismo de absorver nutrientes essenciais. Compromete a textura, o crescimento dos fios e agrava a calvície. |
Cuidados que fazem diferença: |
| - Luz solar - a exposição demorada dos cabelos à luz solar poderá deixá-los secos, descoloridos e quebradiços – usar condicionador com filtro solar. |
| - A água do mar - intensifica a ação dos raios UV ressecando os fios - usar condicionador com filtro solar. |
- A água da piscina - contém cloro e sulfato de cobre que interagem com a queratina, modificando a cor, diminuindo o brilho e a maciez dos fios - usar condicionador com filtro solar.
Água do banho quente - resseca os fios e estimula a oleosidade do couro cabeludo - lavar com água morna. |
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Xampu – ph e tensoativos inadequados são prejudiciais aos fios – usar produto adeqüado. |
| - Cabelos secos – massagear o couro cabeludo, usar xampu hidratante e não lavar diariamente. |
| - Cabelos oleosos – lavá-los diariamente com xampu correto. |
| - Mudanças radicais na textura dos fios - tinturas, permanentes e alisamentos constantes fragilizam as hastes – intercalar alguns meses entre esses procedimentos. |
| - Ar condicionado – retira a umidade do ar e desidrata os fios – usar condicionador hidratante. |
| - Secagem inadequada – lei da toalha : “aperte de leve e nunca esfregue”. |
| - Secador e chapinha – uso moderado, pois desidratam os fios. |
| - Pentear inadequado – não tracionar ou “arrancar” os fios. |
| - Cuidados ao dormir - não deitar com os cabelos presos. |
Fonte : Calvicenter Tricologia Médica
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| Como funciona a calvície |
Embora celebridades calvas como Bruce Willis, Michael Jordan, Patrick Stewart e Chris Daughtry tenham atingido o status de símbolos sexuais, muitos dos homens e mulheres que estão ficando carecas não estão contentes em perder os cabelos. Só nos EUA, os 40 milhões de carecas gastam mais de US$ 1 bilhão por ano com implantes, loções, perucas e até sprays (que engrossam os fios) para combater a calvície. |
Nesse artigo, nós saberemos se há realmente um tratamento eficaz para a calvície. Mas antes vamos ver por que as pessoas ficam calvas. |
O que provoca a calvície? |
Logo abaixo do couro cabeludo existem folículos - cerca de 100 mil por pessoa. Um fio de cabelo nasce em cada um desses folículos em um ciclo de três fases distintas. |
| - Anágena - fase de crescimento |
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Catágena - fase intermediária |
| - Telógena - fase de queda |
| Cada fio de cabelo cresce cerca de 1,25 cm por mês durante dois a seis anos, e então cai. Se você está vendo vários fios de cabelo na sua escova ou no piso do banheiro de manhã, não pense que está ficando calvo. É normal que as pessoas percam de 50 a 100 fios de cabelo todo dia como parte do ciclo telógeno normal. Entretanto, se caem mais fios do que nascem, se o novo cabelo é mais fino do que o cabelo que caiu ou se o cabelo cai em tufos, provavelmente você está ficando careca. |
| Uma das principais causas da calvície é causada quando o hormônio masculino testosterona é convertido para uma forma chamada de dihidrotestosterona (DHT). O DHT age no folículo capilar reduzindo a produção de cabelo e produzindo fios mais finos e mais fracos. Eventualmente, a produção de cabelo nos folículos cessa. As mulheres também possuem uma pequena quantidade de testosterona, mas o estrógeno diminui seus efeitos até a menopausa, quando a produção de estrógeno é reduzida. É por essa razão que muitas mulheres enfrentam queda de cabelo após a menopausa. |
Fonte : Como Tudo Funciona
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| Tipos de Calvície |
A calvície em padrão masculino (alopecia androgenética) |
Essa é a causa mais comum de perda de cabelo em homens e, geralmente, ela é herdada, como também é sinal do efeito do hormônio masculino, DHT. Quase a metade dos homens enfrenta a calvície quando atinge os 50 anos. Na maioria deles, o cabelo diminui primeiro na testa, formando um "M". Então, o cabelo começa a sumir no topo do couro cabeludo. Eventualmente, o cabelo mais fino da frente e do topo se encontram, deixando somente um anel de cabelo ao redor da cabeça. |
Calvície em padrão feminino |
| A versão feminina da perda de cabelo pode afetar cerca de 1/3 das mulheres que já chegaram na menopausa. Diferentemente dos homens, o cabelo da parte da frente permanece, mas fica mais fino em toda a cabeça. A perda de cabelo nas mulheres pode causar grande ansiedade e afetar a auto-estima. |
Alopecia areata |
Ocorre em cerca de 1,7% da população e pode se desencadear em qualquer idade, afetando o cabelo da cabeça e também os pêlos do corpo. Pesquisadores acreditam que as pessoas são geneticamente predispostas a desenvolverem esse distúrbio e então, um vírus ou outro evento ambiental desencadeiam a perda de cabelo. A Alopecia areata é um considerada um distúrbio auto-imune, ou seja, o corpo ataca a si mesmo. Nesse caso, os glóbulos brancos atacam os folículos capilares, causando a queda de cabelo e diminuindo o processo de crescimento. Normalmente, o cabelo cai da raiz em uma área circular e cresce novamente após alguns meses. As variações dessa doença incluem alopecia totalis (perda de todo o cabelo do couro cabeludo) e alopecia universalis (perda de cabelo e dos pêlos do corpo). |
Alopecia cicatricial |
Queimaduras, infecções de pele por bactérias ou por fungos, ferimentos ou tratamentos com raio-X podem deixar cicatrizes no couro cabeludo impedindo o cabelo de crescer em algumas partes. |
Eflúvio telógeno |
A fase telógena é a última do ciclo de crescimento do cabelo, a fase de descanso. No fim desse estágio, o cabelo normalmente cai e o ciclo se inicia novamente. É normal perder cerca de 50 a 100 fios de cabelo por dia na fase telógena, mas as pessoas com eflúvio telógeno perdem muito mais. O eflúvio telógeno agudo pode durar cerca de seis meses. A versão crônica da doença pode persistir por anos. Algumas vezes, o eflúvio telógeno melhora sem tratamento. Em outros casos, a medicação (minoxidil) pode ajudar a restaurar o crescimento de cabelo. |
Fio de cabelo defeituoso |
Muito raramente, as pessoas nascem com cabelos esparsos ou frágeis devido a uma doença que prejudica os fios. Essas doenças são nolmalmente herdadas e entre elas estão: moniletrix, pili torti e tricotiodistrofia. |
Tricotilomania |
A tricotilomania, que vem das palavras gregas para cabelo (trico), arrancar (tíllein) e mania (manía), afeta cerca de 1 a 3% das pessoas. As pessoas com essa doença sentem um desejo impulsivo de arrancar os cabelos do couro cabeludo, dos cílios, da sobrancelha e da barba. Algumas pessoas fazem isso para aliviar a tensão, outras nem percebem quando estão fazendo. Cientistas acreditam que o distúrbio é causado por desequilíbrios nas substâncias do cérebro conhecidas como serotonina e dopamina. Também pode ser perigoso se as pessoas comerem o cabelo, o que conhecemos por tricofagia. |
Fonte : Como Tudo Funciona
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| Curiosidade sobre a Calvície |
Sem testosterona, sem calvície |
Quando o físico grego Hipócrates notou que a castração prevenia a calvície em eunucos, ele estava observando os efeitos da testosterona sem saber. Nos anos 40, o anatomista James B. Hamilton da Universidade de Yale estudou os efeitos da testosterona na perda de cabelo em dois irmãos gêmeos. Um dos irmãos era calvo. O outro havia sido castrado em uma instituição mental. Quando Hamilton deu ao homem castrado doses de testosterona, seu cabelo caiu e nunca mais cresceu de novo. |
| O Comb-over |
Em algum momento da história, um homem calvo percebeu que se deixasse crescer o cabelo que lhe restava em um dos lados da cabeça, ele poderia puxá-lo sobre a parte calva e efetivamente cobri-la. O resultado foi um dos penteados mais horrendos já criados. |
Fonte : Como Tudo Funciona
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Mitos sobre a calvície |
Existem muitas histórias sobre como e por que as pessoas perdem cabelo. Veja a seguir a verdade por trás de alguns mitos envolvendo a calvície. |
Mito: se o seu avô materno é careca, você também vai ser. |
| Fato: isso é, provavelmente, o maior mito sobre a calvície. A verdade é que você herda seus genes de ambos os lados da família - você precisa ver o seu avô materno e também o seu avô paterno para ter uma idéia de qual vai ser o futuro de seu cabelo. |
Mito: massagem pode estimular o crescimento de cabelo enviando mais sangue para o couro cabeludo. |
Fato: as pesquisas não encontraram ligação entre o fluxo sangüíneo e a perda de cabelo. Pelo contrário, a massagem vigorosa pode puxar o cabelo, causando a perda do pouco que restou. |
Mito: cortar ou raspar o cabelo vai fazer com que ele volte a crescer com mais volume. |
Fato: qualquer pessoa que já raspou o cabelo sabe que o cabelo que cresce novamente aparenta estar mais volumoso, mas é somente porque o cabelo é mais espesso na base do que nas pontas. Raspar e cortar não tem efeito real na espessura do cabelo. |
Fonte : Como Tudo Funciona
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Quando ir ao médico |
A perda de cabelo pode ser um efeito normal do envelhecimento, mas também pode ser um sinal de doenças ocultas ou reação a um medicamento. Veja a seguir alguns sinais que indicam que você deve ir ao médico. |
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Cabelo caindo em tufos |
| - Perda de cabelo súbita e grave |
| - Vermelhidão, coceira ou ardência no couro cabeludo |
| - Perda de cabelo após tomar uma medicação |
Fonte : Como Tudo Funciona
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O futuro da pesquisa sobre calvície |
Hoje, a ciência consegue apenas tapar pontos de calvície ou interromper a queda de cabelo. E se fosse possível fazer o cabelo crescer novamente um dia? As pesquisas estão em constante movimento nessa direção. |
Em 1990, um cientista chamado Colin Jahoda da Universidade de Durham retirou células do folículo capilar de sua cabeça, cultivou-as em um laboratório e depois as implantou no braço da sua esposa. Eventualmente, um fio escuro e espesso saiu entre o pêlo fino e loiro do braço dela. Quando o pêlo foi analisado, ele continha o DNA de Colin. Entusiasmado com seus resultados, Jahoda tentou um experimento similar em ratos. Em 1992, ele retirou células do folículo do bigode de um rato, copiou-as em laboratório e as implantou no ouvido do rato. O rato apresentou um bigode crescendo de seu ouvido. |
Desde então, os pesquisadores têm tentado multiplicar células de folículos capilares. Células de folículo capilar podem mudar não só elas mesmas, mas também as células ao seu redor. A idéia seria clonar as células em laboratório e, depois, implantá-las na cabeça de um ser humano, onde se desenvolveriam em células de folículo reais, criando cabelo de verdade. |
Ainda mais maleáveis, temos as células-tronco, que conseguem se transformar em vários tipos diferentes de células. Quando pesquisadores da Universidade de Rockefeller transplantaram células-tronco em ratos sem pêlos geneticamente modificados, eles apresentaram partes de pêlo. Agora, os cientistas estão tentando replicar os efeitos em seres humanos. |
Outra vertente de pesquisa sobre regeneração de cabelo está focada nos genes. Cientistas da Universidade da Pennsylvania descobriram um gene, chamado wnt, que produziu novos folículos capilares em ratos. Os pesquisadores esperam que um dia seja possível utilizar esse gene ou similares para criar novos folículos. Com a terapia genética, os cientistas também serão capazes de, eventualmente, bloquear a ação dos genes que causam a perda de cabelo. Entretanto, devido à perda de cabelo envolver uma complexa interação de genes e hormônios, uma "cura" para a calvície ainda está muito longe de surgir. |
Para mais informações sobre calvície, tratamentos e assuntos relacionados, explore os links da próxima seção. |
Fonte : Como Tudo Funciona
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