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Calvicie, Tratamento para Calvicie, Calvicie Masculina, Calvicie Feminina

Alopécia

Alopécia 01 Alopécia 02 Alopécia 03
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Alopécia 04 Alopécia 05 Alopécia 06
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Alopécia 07 Alopécia 08 Alopécia 09
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Alopécia - O que é ?

Alopécia é a redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter uma evolução progressiva, resolução espontânea ou controlada com tratamento médico. Quando afeta todo os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal. O dicionário Aurélio registra a possibilidade de dupla pronúncia, ou seja, pronúncia facultativa. Alopécia ou Alopecia, ambas paroxítonas, a primeira, paroxítona terminada em ditongo crescente e a segunda, paroxítona terminada em hiato. As causas dessa doença são:

- Congênita: ligada a fatores hereditários, com ausência total ou parcial desde o nascimento
- Traumática: que tem origem em contusões ou lesões do couro cabeludo
- Neurótica: também chamada de tricotilomania, onde o indivíduo "arranca" mechas de cabelos conscientemente ou não.
- Secundária: que aparece após algum distúrbio interno dos órgãos, doenças, infecções, medicamentos como a quimioterapia.
- Seborréica: a dermatite seborrêica do couro cabeludo é um distúrbio muito comum, onde pode ser observado escamação, coceira e eritema. Contudo, é uma doença que raramente determina uma redução significativa dos cabelos.
- Eflúvio: também chamada de deflúvio, é a causa mais comum de perda de cabelos entre as mulheres. Consiste na quebra harmoniosa do ciclo de vida capilar, tendo várias causas. Normalmente, responde bem aos tratamentos médicos.
- Androgenético: é a causa mais frequente de alopecia entre homens, mas também afeta mulheres. Começa a se manifestar entre a puberdade e vida adulta, tendo vários graus. Como o próprio nome diz, é uma associação de fatores genéticos com o hormônio sexual masculino, a testosterona.
- Emocional: relacionada especialmente a fatores emocionais, a alopecia areata é caracterizada pela perda rápida, parcial ou total de pêlos em uma ou mais áreas do couro cabeludo ou ainda em áreas como barba, sobrancelhas, púbis, etc. O renascimento dos pêlos pode ocorrer espontaneamente em alguns meses. Em alguns casos a doença progride, podendo atingir todo o couro cabeludo (alopecia total) ou todo o corpo (alopecia universal).
- Bioquimica: pessoas alérgicas a glutem do trigo e a lactose ou caseina do leite de vaca são os mais propensos a terem calvicie. Essa condição de alergia se manifesta em outros sintomas, porém pouco relacionada a isso.

Tratamento

O primeiro passo no tratamento da alopecia é definir qual a sua causa. Existem diversas modalidades médicas no manejo, a saber: soluções capilares, mesoterapia, implante capilar, vitaminas e xampus especiais.

Fonte : Wikipedia
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Alopécia 10 Alopécia 11 Alopécia 12
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Alopécia 13 Alopécia 14 Alopécia 15
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Alopécia Areata

O que é ?

A alopécia areata, conhecida vulgarmente como "pelada", é uma doença de causa desconhecida que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pêlos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea.
Entre as possíveis causas, estão uma predisposição genética que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos auto-imunes.

Manifestações clínicas

A doença se caracteriza pela queda repentina dos pêlos formando placas circulares de alopécia ("pelada"), sem alteração da pele no local, que se apresenta sem qualquer sinal inflamatório. Pode atingir o couro cabeludo e também outras regiões como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

A "pelada" pode ter remissão espontânea ou tornar-se crônica, com o surgimento de novas lesões e evolução para a alopécia total, que atinge todo o couro cabeludo e até mesmo para a alopécia universal, quando caem todos os pêlos do corpo. Estes casos são de controle mais difícil.

Geralmente, a doença não se acompanha de nenhum outro sintoma. A repilação pode ocorrer totalmente em semanas ou meses e, algumas vezes, os pêlos nascem brancos para depois repigmentarem. É comum ocorrer a recidiva das lesões.

Tratamento

São vários os tratamentos utilizados na alopécia areata e a característica clínica de cada caso é que determinará qual deles deve ser utilizado. As medicações utilizadas podem ser de uso local ou sistêmico e a duração do tratamento vai depender da resposta de cada paciente. O diagnóstico e o tratamento da alopécia areata deve ser feito por um médico dermatologista.
Fonte : Dermatologia Net
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Alopecia areata e internet

Há alguns anos participei de uma discussão sobre o tratamento de uma moça com alopecia areata universal. Nessa doença, todos os cabelos e pelos do corpo caem. A cabeça fica lisa, não sobram cílios, sobrancelhas, nem qualquer pelo. A garota, de 20 anos, já havia passado por vários tratamentos. O melhor resultado para o crescimento de cabelos foi com cortisona por via oral. Mas esse tratamento tem sérios efeitos colaterais, como hipertensão, diabetes, osteoporose. Quem toma cortisona por muito tempo ainda ganha peso, espinhas e estrias largas. Como essas complicações estavam começando a acontecer, o tratamento precisava ser suspenso. Ao escutar o diagnóstico, a garota chorou. Preferia qualquer coisa a não ter cabelos.

O que angustia quem tem alopecia areata, doença auto-imune que afeta pelos e cabelos, é que ela é visível. Não há nenhuma doença interna que ameace a saúde - apenas em uma minoria dos casos há associação com doenças como alterações de tireoide, por exemplo. Mas por estar à vista de todos, causa estranhamento e abala a auto-estima. Nessa hora, talvez ajude ouvir quem também está passando pela mesma situação. A internet pode unir essas pessoas.

Selecionei dois sites que reúnem pacientes e informações: o da National Alopecia Areata Foundation e o da Alopecia World. Infelizmente não encontrei um site tão completo na nossa língua. Esses sites explicam detalhadamente todos os tipos de alopecia areata: na forma de placas, quando surgem áreas ovaladas sem cabelos, na forma de alopecia total, quando todos os cabelos caem, e na forma de alopecia universal, quando cabelos e pelos caem.

Além de explicar as causas e opções de tratamento, eles criam solidariedade entre os pacientes. Há espaço para fóruns de discussão, onde cada um conta sua história, algumas muito emocionantes. Dá até para anexar fotos e vídeos. As discussões variam desde como conseguir permissão para o filho usar chapéu na escola (sabia que isso pode ser um problema?), qual o melhor jeito de usar lenço, até informações sobre pesquisas para a cura. Muita gente conta como consegue conviver bem com a doença e com os tratamentos. E há textos de pessoas que ainda não conseguiram superar suas inseguranças.

O apoio a quem tem uma doença visível e de difícil tratamento é fundamental. A sensação de conforto acaba ajudando na recuperação, uma vez que a evolução da alopecia é influenciada pelo emocional.

Os tratamentos

Em casos leves, quando a perda de cabelos é localizada, realiza-se infiltração com corticóide. Se for o caso, o tratamento é complementado com produtos de uso local à base de minoxidil, antralina, retinóides ou corticóides. Formas de alopecia areata localizada costumam responder bem ao tratamento.

Nos casos intensos, quando a maior parte dos cabelos cai, o tratamento fica mais complexo, e a resposta aos medicamentos nem sempre é favorável. São aplicadas substâncias de uso local que sensibilizam o couro cabeludo e que controlam o processo de auto-imunidade. A cortisona por via oral, prescrita para a garota cuja história contei, é cada vez menos usada. Apesar de ter bom efeito no crescimento dos cabelos, apresenta muitos efeitos colaterais. E, quando a cortisona é suspensa, o cabelo cai novamente.

Por Lucia Mandel

Fonte : Veja
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Alopecia e Queda de Cabelo

A alopecia areata consiste na perda repentina de cabelos ou pelos em regiões específicas, em formato arredondado, sem deixar alteração na pele do local. Quando o mesmo processo ocasiona a perda total do cabelo do couro cabeludo, o fenômeno é chamado de “alopecia total”.

Atingindo ambos os sexos e diversas idades, esta queda é, geralmente, assintomática – mas queimação ou coceiras locais podem ocorrer. É mais frequente em jovens.

É uma doença benigna, mas capaz de provocar problemas de ordem psicológica, decorrentes de sentimentos de vulnerabilidade e baixa auto estima – tanto para o portador quanto para a sua família.

Geralmente o acometido por este tipo de calvicie tem familiares com o mesmo problema e enfermidades de origem imunológica são associadas. Desta forma, acredita-se que os portadores possuem pré-disposição genética e que fatores específicos, relacionados à imunidade, desencadeiam em seu desenvolvimento.

O portador pode ter recuperação total, parcial ou simplesmente não tê-la. Quando ocorre, os pelos tendem a nascer finos e esbranquiçados, mas recuperam suas propriedades normais após certo tempo.

Para diagnóstico é feita a análise do local afetado e, em alguns casos, biópsias são necessárias. O tratamento, indicado por um médico dermatologista, consiste em injeções locais de cortisona ou aplicação de cremes com corticosteroides, solução de Minoxidil ou creme de antralina. Auxílio psicológico é recomendado, em razão das questões já expostas.

Uma questão relevante é sobre o uso de bonés: em face do esquentamento e abafamento da cabeça que estes causam, não são indicados, já que podem agravar ainda mais o caso.

Por Mariana Araguaia
Equipe Brasil Escola

Fonte : Brasil Escola
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Alopecia Areata : Uma análise sobre a Alopécia

Você já deve ter visto pessoas com perda de cabelo localizada em áreas bem delimitadas. Elas podem ser portadoras de alopecia areata, condição caracterizada por perda de cabelo ou de pelos em áreas arredondadas ou ovais do couro cabeludo ou de outras partes do corpo.

Alopecia areata ocorre em 1% a 2% da população. Afeta ambos os sexos, todos os grupos raciais e pode surgir em qualquer idade, embora em 60% dos casos seus portadores tenham menos de 20 anos.

A perda de cabelo é assintomática, mas alguns pacientes se queixam de prurido ou queimação que precedem o aparecimento das placas. Geralmente, as áreas em que o cabelo cai são bem delimitadas e esparsas pelo couro cabeludo (alopecia areata), mas podem se tornar confluentes e evoluir para a queda total de cabelo e de pêlos do corpo (alopecia totalis). Alterações na superfície das unhas surgem em 10 a 50% dos casos.

Embora o diagnóstico possa ser feito pela simples aparência das áreas sem cabelo, circunscritas, em certos casos há necessidade de fazer biópsia da pele afetada para afastar outras causas de alopecia.
Existe um teste simples que ajuda a identificar os casos de alopecia areata e a diferenciá-los de outros tipos de queda de cabelo: consiste em simplesmente puxar com delicadeza um tufo de cerca de 60 fios de cabelos situados às margens da área pelada. O teste é considerado positivo quando pelo menos 6 fios são arrancados pela raiz.
Em 10% a 42% dos casos, há outras pessoas na família com o mesmo problema. Diversos genes têm sido implicados na suscetibilidade à alopecia areata; eles provavelmente interagem com fatores ambientais, como o estresse ou a presença de microorganismos, para disparar uma resposta imunológica anômala que lesa o folículo piloso.
Em 20% a 30% dos casos a alopecia está associada com outras enfermidades de natureza imunológica: tireoidites, diabetes, lúpus, vitiligo, etc. Rinites e outras condições alérgicas são encontradas em mais de 40% dos pacientes.
A história natural da doença é extremamente variável. Durante a vida, podem ocorrer diversos episódios de queda, seguidos de recuperação parcial ou total do cabelo perdido. Pode haver queda num local e crescimento em outros; mas, a perda também pode ser irreversível.
Quando o cabelo volta a crescer, geralmente é branco e fino para depois adquirir cor e consistência normais. Com ou sem tratamento, crescimento parcial ou completo deve ser esperado dentro de um ano, nos casos de alopecia em placas.
De 7% a 10% dos pacientes desenvolvem formas graves de alopecia crônica. Quando a alopecia areata instala-se antes dos dois anos de idade, 55% das crianças mais tarde evoluem para alopecia totalis.
O tratamento não é obrigatório, porque não previne novas recidivas, uma vez que a condição é benigna e tende a regredir espontaneamente, mas costuma ser indicado porque a alopecia pode causar distúrbios psicológicos importantes.
Nos adultos com menos de 50% de envolvimento do couro cabeludo, o tratamento de primeira linha são as injeções locais de derivados da cortisona. Nos pacientes que respondem bem, o crescimento pode ser notado 4 a 8 semanas. As injeções são repetidas a cada 4 ou 6 semanas. Nos casos em que a queda de cabelo foi rápida, extensa e duradoura, os resultados são pobres. Se depois de 6 meses não houver resposta, o tratamento pode ser interrompido.
A aplicação tópica de cremes contendo corticosteróides é uma opção menos eficaz do que a injeção, mas bastante empregada, especialmente em crianças, para evitar a dor que as injeções locais provocam.

Soluções de Minoxidil -- substância que estimula a síntese de DNA no folículo piloso, aplicadas duas vezes por dia -- demonstram eficácia em 20% a 45% dos casos.

Tratamento local com creme de antralina, uma substância com propriedades antiproliferativas, tem sido empregado com resultados variáveis.
Sensibilizadores de contato como o DNCB e o SADBE, capazes de provocar reações imunológicas quando colocados em contato com a pele das áreas afetadas, estão indicados especialmente quando mais de 50% do couro cabeludo estiver comprometido. Um estudo mostrou 60% de resposta nesses casos, com resultados cosmeticamente aceitáveis a partir do sexto mês de tratamento.
Fonte : Drauzio Varella
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