Calvicie

.com.br
..
Tópicos
Calvicie - Tudo sobre Calvicie
Publicidade
Calvicie
Calvicie Masculina
Calvicie Feminina
Tratamento Clínico
Tratamento Cirúrgico
Calvicie em Famosos
Simulação da Calvicie
Fotos
Vídeos
Veja Também
Causas da Calvicie
Calvicie Hereditária
Calvicie Genética
Prevenção da Calvicie
Cura da Calvicie
Cirurgia da Calvicie
Remédio para a Calvicie
Spray para Calvicie
Shampoo para Calvicie
Artigos e Notícias
Termos mais Buscados
Veja Mais
Queda de Cabelo
Alopécia
Tricologia
Transplante Capilar
Prótese Capilar
Tônico Capilar
Cabelo Natural
Mega Hair
Peruca Masculina
Peruca Feminina
Especialistas
Dermatologista
Médico para Calvicie
Especialista em Calvicie
Tricologista
Cirurgia Plástica
Clínica de Estética
Salão de Beleza
Cabeleireiro
Em sua Região
Especialista em Calvicie
..
Referências :

Calvicie, Tratamento para Calvicie, Calvicie Masculina, Calvicie Feminina

Calvicie Feminina

Calvicie Feminina 01 Calvicie Feminina 02 Calvicie Feminina 03
Calvicie Feminina 01 Calvicie Feminina 02 Calvicie Feminina 03
Calvicie Feminina 04 Calvicie Feminina 05 Calvicie Feminina 06
Calvicie Feminina 04 Calvicie Feminina 05 Calvicie Feminina 06
Calvicie Feminina 07 Calvicie Feminina 08 Calvicie Feminina 09
Calvicie Feminina 07 Calvicie Feminina 08 Calvicie Feminina 09
..

Calvicie Feminina (alopécia androgênica)

A calvicie, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento emocional. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. A perda deles traz enorme significado em relação à auto-estima sendo motivo frequente de busca de tratamento.

A alopécia androgênica (calvicie) é uma manifestação fisiológica que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres. Ocorre devido à uma herança genética e o histórico de calvice pode vir tanto do lado da mãe como do pai.

O processo acontece devido a ação da enzima 5-alfa-redutase sobre o hormônio testosterona (a mulher também apresenta este tipo de hormônio, porém em menor quantidade que o homem) resultando no subproduto DHT (dihidrotestosterona). Este último age sobre os folículos pilosos, provocando o seu afinamento e miniaturização.

Outras causas, como anemia ou alterações tireoideanas, podem provocar a queda dos cabelos nas mulheres, porém a manifestação ocorre de forma diferente, também provocando rarefação dos cabelos mas sem o afinamento característico da alopécia androgênica.

Mulher fica careca ?

A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído. Dificilmente a mulher chega a ficar careca, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres de idade mais avançada.

O quadro pode se tornar mais intenso se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou o hirsutismo. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos.

Tratamento

A calvicie feminina pode ser tratada e o principal resultado da melhora é o resgate da auto-estima. O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de anti-andrógenos (combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos). Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, não é indicada para o tratamento de mulheres, mas outros produtos podem obter resultados semelhantes.

Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.

O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer, devendo-se ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.

Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

Fonte : Dermatologia Net
SP1209PB1209
..
Calvicie Feminina 10 Calvicie Feminina 11 Calvicie Feminina 12
Calvicie Feminina 10 Calvicie Feminina 11 Calvicie Feminina 12
Calvicie Feminina 13 Calvicie Feminina 14 Calvicie Feminina 15
Calvicie Feminina 13 Calvicie Feminina 14 Calvicie Feminina 15
..

Calvicie feminina tem causas genéticas e hormonais

Na mulher, mais do que no homem, o cabelo saudável e abundante completa o seu charme. Por isso, as doenças do couro cabeludo são um problema. Na maioria dos casos, remediável.

É extremamente desagradável, para muitas mulheres, verificar o prenúncio de uma calvicie, o enfraquecimento do cabelo. Há muitas doenças que podem causar a queda do cabelo, ou do próprio folículo: malformações, doenças sistémicas do couro cabeludo e também medicamentos.

«São situações típicas de pós-parto, transitórias, em que o cabelo habitualmente recupera em parte, e outras ainda de forma telogénica, dietas de emagrecimento, anemia, stress, etc.» Estes esclarecimentos são do Prof. Doutor António Pinto Soares, dermatologista no Hospital do Desterro, que refere, no entanto, serem estes casos especiais.

«Quando se fala em calvicie feminina é quando a mulher vai, progressivamente, ficando com o cabelo mais fraco, mais ralo e mais fino, a partir da zona frontal», continua o especialista. Este problema é, afinal, semelhante ao da calvicie masculina, mas com um grau diferente de intensidade.

Segundo o especialista, esta doença tem uma base genética e outra hormonal. A base genética é a que consiste em receptores para as hormonas masculinas, que as mulheres também têm.

«Faz com que a mulher não fique sem cabelo nenhum na zona do meio da cabeça, embora o enfraqueça e rareie. Há muitas outras causas que podem levar à calvicie», afirma António Pinto Soares.

Tratamentos úteis e ilusórios

A designação alopecia androgenética e o termo alopecia têm mais de dois mil anos. São atribuídos a Hipócrates, que os associou com a perda do pêlo das raposas, em determinada época do ano.

«Esta alegoria tem, normalmente, causas genéticas e hormonais. Na mulher existe determinado tipo de hormonas chamadas antiandrógenas, eventualmente associadas ao uso da pílula e que podem fazer suspender a evolução dessa doença», diz o médico, informando que determinados produtos aplicados no local podem estimular o crescimento de pêlos, embora de forma inespecífica.

António Pinto Soares alerta para uma série de artigos à venda no mercado, especialmente ampolas, os quais são publicitados como prevenção da queda capilar: «Não têm eficácia. Não fazem bem nem mal, são meros placebos, e normalmente caros. O problema deve ser orientado apenas pelo médico especialista.»

Qual é, então, o tratamento adequado? «Pode ser com antibiótico. Se for portadora de sífilis e começar a ter peladas e a ver cair o cabelo, o problema pode resolver-se com uma injecção de penicilina», explica, adiantando que há outras doenças graves que podem conduzir à sua perda total.

Mulheres carecas e com barba

No sexo masculino, se estiver geneticamente predisposto, o cabelo começa a enfraquecer por volta dos 20 anos e a calvicie surge precocemente.

«Há homens de 30 anos que só têm uma coroa de cabelo à volta da cabeça», diz o especialista, adiantando que, nas mulheres, a acção das hormonas andrógenas manifesta-se um pouco mais tarde. No sexo feminino, deixa de haver hormonas femininas e mantêm-se algumas masculinas. Tem a ver com a menopausa. «Nas mulheres idosas, além de lhes cair o cabelo, começa a crescer a barba, o que é devido às hormonas masculinas que lhes restam.»

A explicação é que a variação hormonal na mulher é cíclica, com o período. Interfere com a gravidez e com a menopausa. Já no homem, esse processo é contínuo, sem esse tipo de sobressaltos.

«Existem loções próprias para estimular o crescimento do cabelo, que devem ser conduzidas pelo especialista. Shampôs que, quando correctamente aplicados, corrigem por vezes, ou ajudam a dar volume, o que minimiza o aspecto», refere António Pinto Soares.

Para as mulheres que fizeram dietas de emagrecimento existem alguns suplementos dietéticos. Mas há casos em que o cabelo não volta mais, como sublinha o especialista: «Se o folículo for destruído, já não há nenhuma hipótese. Nenhuma espécie de adubo é capaz de fazer voltar a florescer uma nova planta.»

Fonte : Sapo Saúde
SP1209PB1209
..

Calvicie feminina, existe ?

O cabelo não é essencial para o organismo, porém a queda dos mesmos é muito importante, principalmente para as mulheres, e quando ultrapassa os limites culturalmente aceitáveis, torna-se uma patologia bastante pertubadora do ponto de vista psicológico.Trata-se uma queixa frequente no consultório médico, podendo ser marcador de várias doenças sistêmicas como o hiper ou hipotiroidismo, sífilis, aids, entre outras, ou relacionado ao puerpério, regime alimentar e ingestão de drogas

A etiopatogenia da AAG feminina é multifatorial, pois envolve basicamente fatores de ordem genética e hormonal.Sabe-se que o mecanismo provocativo da calvice é intra - celular e não depende de níveis séricos dos andrógenos.Entretanto, as mulheres calvas têm maior quantidade de 5 alpha - redutase tipo 2 na área calva, comparado com a área não calva. Esta enzima é responsável pela transformação da testosterona (T) em dihidrotestosterona (DHT).

No folículo pilossebáceo, a DHT se liga a um receptor específico, sendo que este complexo hormônio - receptor provoca alterações no RNA e DNA celulares, transformando a expressão genética orginal.Além disso, as mulheres com calvicie, além da maior quantidade de 5-alpha-redutase na área calva, também apresentam nível baixo de aromatase nesta região.

Esta enzima é responsável pela transformação dos andrógenos em estrógenos e parece ter papel significativo na patogênese da alopecia androgenética feminina.

Em geral, as mulheres com calvicie não apresentam alterações hormonais, embora aquelas com hiperandrogenismo também possam desenvolver esta manifestação.

O excesso de andrógenos, que ocorre nos tumores de ovário e adrenal, ovário policístico, hiperplasia adrenal congênita, entre outras, pode através do aumento da testosterona provocar a rarefação capilar, além do hirsutismo e acne.

O diagnóstico da alopecia androgenática feminina é essencialmente clínico, caracterizando-se por rarefação na região fronto-pariental com retenção da linha frontal.O padrão feminino de calvicie é diferente do masculino, pois é difuso, sem as entradas ou rarefação do vértex.

O teste de puxamento leve é negativo (número de fios entre 0 e 2) e o tricograma aparenta discreto predomínio de fios telógenos.A biópsia no corte transversal demonstra predomínio dos fios miniaturizados (velus) em relação àqueles normais(terminais).Na situação normal, a proporção entre fios terminais e velus é de 8:1; na AAG, devido ao fenômeno de miniaturização dos fios, essa proporção torna-se menor que 4:1.Além disso, a biópsia também pode mostrar a proporçaõ entre os fios anágenos, catágenos e telógenos, o grau de fibrose eo tipo do infiltrado inflamatório.

Laboratorialmente, na maioria dos casos, é necessário avaliar o homograma completo, ferrictina cérica e avaliações hormonais, pois o ferro é elemento essencial no processo de divisão celular do bulbo capilar, cujo nível baixo dificulta a manutenção dos cabelos na fase anágena.

na suspeita de hiperandrogenismo, a dosagem de testosterona toatl e livre, SDHEA, prolactina, LH e FSH também são relevantes.

No tratamento, o principal objetivo é reverter e/ou estabilizar o processo de miniaturização.Em termos hormonais, o objetivo consiste em abaixar a atividade androgênica nos folículos, bloqueando a transformação da T em DHT com inibidor da 5-Alpha-redutase; bloqueando a proteína receptora androgênica ou transformendo os andrógenos em estrógenos.

As drogas mais utilizadas como anti-andrógenos são a Flutamida e a Espironolactona, sempre com acompanhamento médico especializado.

O importante é a avaliação precoce, portanto a visita ao especialista deve ser o quanto antes, pois uma intervenção rápida pode reverter o quadro totalmente.

Fonte : Clube dos Carecas
SP1209PB1209
..

Calvicie Feminina : O que é ?

A alopecia androgenética (calvicie feminina), definitivamente não é um privilégio dos homens. Ela chega a atingir até 50% das mulheres e geralmente é atribuída a outros fatores.  Até pouco tempo os tratamentos e diagnósticos eram equivocados mas hoje em dia especialistas podem ajudar bastante.
Cerca de 25% das mulheres com 30 anos de idade já mostram sinais de calvicie. Depois dos 45 anos, a rarefação dos cabelos fica mais visível.
Avaliando os casos das mulheres que têm queda de cabelo difusa, 20% apresentam calvicie. Entre os homens esses percentuais atingem cerca de 85%  com rarefação dos cabelos.
A calvicie é causada por fatores genéticos e hereditários. Receptores na raizes dos cabelos  se ligam com frações dos hormônios masculinos que circulam no corpo. Nas mulheres, a principal fonte desses hormônios são os ovários e a supra renal. A testosterona, através da enzima 5 alfa-redutase, é convertida em dihidrotestosterona e se liga no receptor do folículo piloso (raiz). A caracteristica desta queda de cabelos é a miniaturização dos fios. Os cabelos afinam, perdem a cor, e vão reduzindo seu comprimento até se tornarem um velus. Os cabelos caem pequenos.

Características

A calvicie, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento emocional. Os cabelos têm grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. A perda deles traz enorme significado em relação à autoestima das mulheres.
A calvicie feminina é mais difusa, mais tardia, tem evolução mais lenta que a calvicie masculina, preserva a linha frontal dos cabelos e é menos severa que a dos homens.  Dificilmente as mulheres chegam ao ponto de ficar sem cabelos na área afetada pela calvicie, mas podem ter a área doadora de transplante de cabelos também afetada, impossibilitando a cirurgia.
Nas mulheres, os hormônios androgênicos são secretados pelos ovários e pelas suprarenais. Nos homens esses hormônios (hereditários) são responsáveis pela perda definitiva dos cabelos. Associado ao quadro de rarefação dos cabelos é comum observar presença de acne, aumento dos pelos na face e no corpo, além de alterações menstruais. O mecanismo de ação dos hormônios androgênicos nos cabelos ocorre da mesma forma que nos homens.
A amamentação pode prorrogar a queda de cabelos ocasionada no pós-parto que é transitória e não definitiva como a calvicie. Superada esta fase, os cabelos voltam a nascer naturalmente.
Na menopausa os cabelos  ficam mais secos, finos, frágeis e o crescimento dos fios é mais lento. Sua densidade vai reduzindo aos poucos e os fios vão ficando brancos.

Classificação da calvice Feminina

A  classificação da alopécia androgênica feminina realizada por Ludwig,  possui três graus: Grau I para casos de rarefação leve, mais visível "na risca" do cabelo. Depois há o grau II, onde é posível observar uma certa transparência do cabelo que permite visualizar o couro cabeludo. Já o grau III são casos avançados nos quais uma calvicie de fato já está instalada, embora muito raramente as mulheres chegam a um ponto em que ficam completamente sem cabelos.

Tratamento dermatológico

A calvicie feminina pode ser tratada e o principal resultado da melhora é o resgate da autoestima. O tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos, revertendo o processo de afinamento e miniaturização e é feito com o uso de antiandrógenos que combatem a ação dos androgênios: hormônios masculinos. Podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas no couro cabeludo. A finasterida, medicamento utilizado com sucesso no tratamento dos homens, também vem sendo utilizada "off label" para as mulheres nos EUA com sucesso. Outros antiandrógenos também estão sendo usados com eficiência como: acetato de ciproterona, espirolactona, cimetidina, saw palmetto, entre outros.
Além disso é feito o estímulo ao crescimento dos cabelos, com suplementação vitamínica e substâncias de uso local.
O tratamento é contínuo e os resultados podem demorar um pouco a aparecer. É preciso ter paciência e perseverança. Muitas vezes é necessária a troca do medicamento até que se obtenha o melhor resultado. Se o tratamento for interrompido, o processo se reinicia e a queda voltará a acontecer.
Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas da queda dos cabelos, como o eflúvio telógeno  e a alopécia areata. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo médico dermatologista.

Diagnóstico

Geralmente atribuida a outros fatores, cerca de 25% das mulheres com 30 anos de idade já mostram sinais de calvicie. Depois dos 45 anos essa incidência fica mais clara e pode-se encontrar calvicie em aproximadamente 50% das mulheres.
Antigamente os diagnósticos e tratamentos eram equivocados porque a alopecia androgenética não era "admitida" como uma causa real e portanto, não era tratada. O diagnóstico só era definido quando a mulher estava em uma fase avançada do problema, com perda definitiva dos cabelos.
Atualmente a tecnologia é a grande aliada dos dermatologistas no difícil diagnóstico da calvicie. Uma das novidades da área é o Tricoscan, um um pequeno microscópio iluminado com lasers de baixa potência que capta imagens do couro cabeludo e dos fios com 40 vezes de aumento. Com este aparelho, a imagem é transferida para o computador e projetada na tela para melhor análise do médico e do paciente que podem acompanhar as alterações existentes nos fios e no couro cabeludo.  Além disso, é possível salvar e congelar a imagem para comparações futuras após o tratamento.
A redução do volume capilar pode ter várias causas: alopécia areata, eflúvio telógeno, medicamentosa, dificiências vitamínicas, alterações hormonais, tratamentos químicos, tricotilomania, estresse, entre outras. Por isso, antes do Tricosan era bem mais difícil realizar um diagnóstico preciso da alopecia androgenética (calvicie).
No caso da calvicie, por exemplo, é possível observar o processo de redução do volume capilar com a identificação do afinamento, perda de pigmentação e redução do comprimento dos fios: processo chamado de miniaturização, que caracteriza a calvicie, condição androgenética. No caso das peladas provocadas por fungos no couro cabeludo, os fios são septados na base com aspecto de pontos de exclamação, o que é o oposto da pelada imunológica em que a pele calva fica lisa e brilhante, semelhante a uma casca de cebola.
O dermatologista deve estar atento a outros fatores como:  fios danificados, pontas bifurcadas e agressões na textura dos fios provocadas por agentes externos como excesso de escovação e produtos químicos, entre outros.
Transplante de cabelo

As mulheres também fazem transplantes?

Sim! Cada vez mais. Aproximadamente, 25% das mulheres apresentam algum grau de calvicie, enquanto nos homens esse índice é de cerca de 80%. Nas mulheres o cabelo chega a um determinado estágio de rarefação e para de cair, mas o suficiente para incomodar muito. Normalmente, a calvicie na mulher é diagnosticada tardiamente, porque elas imaginam se tratar de uma queda de cabelos comum. Passam por inúmeros tratamentos sem sucesso, na maioria das vezes, através de cosméticos com cabeleireiros e até mesmo dermatológicos. Atualmente, realizamos um transplante em mulher para cada 20 homens. Isso já foi 50 no passado

Perguntas e Respostas
O que fazer quando a tintura começa a desbotar e quais as cores que mais desbotam?
Isso costuma ocorrer quando a tinta foi muito diluída pelo cabeleireiro. Existem produtos, xampus e tonalizantes para ajudar a conservar a tintura. O ideal é refazê-la. Os reflexos dourados e avermelhados dão mais trabalho, mas os tonalizantes podem ajudar a ‘acender” a cor. É preciso lembrar também que um cabelo saudável, com pontas aparadas regularmente e bem tratado mantém melhor a cor.
Fatores emocionais interferem?
O estresse e a depressão “consomem” elementos nutritivos importantes para o cabelo além de alterar a normalidade de alguns hormônios e que também agem negativamente na raiz do cabelo
A queda dos cabelos pode ser atribuída à má alimentação?
Sim. Uma alimentação deficiente em vitaminas, minerais e aminoácidos pode levar à queda. As situações mais comuns são os regimes sem orientação médica, excesso de trabalho e alimentação seletiva (aquela em que a pessoa só come carne ou massa). Para evitar a queda de cabelos é importante adotar uma dieta rica em legumes e verduras, leite e carnes.
A cor dos cabelos pode mudar com o passar dos anos? Por quê isso acontece?
A cor natural (determinada pela melanina, um dos pigmentos responsáveis pela cor do cabelo e da pele) varia em função da idade. Os cabelos escurecem durante a infância e a adolescência, apresentam um período estacionário na idade adulta e, após essa fase, começam a aparecer os primeiros fios brancos (sinal de que a melanina está sendo produzida em menor escala).
Como dar volume e forma a cabelos finos e lisos, sem precisar recorrer à permanente?
Os finalizadores (mousse, spraying gel e hair spray) e produtos leave in (sem enxágüe) são os mais utilizados para conseguir esses efeitos. Após lavar os cabelos, retire o excesso de água com uma toalha secando suavemente as raízes, sempre com a cabeça para baixo. Em seguida, aplique a mousse, usando as mãos para dar forma ao penteado. Se quiser acentuar detalhes, - como franja, nuca, laterais ou levantar as raízes, escolha um hair spray. Os produtos chamados reestruturadores também são ótimos para dar volume, pois reforçam a estrutura dos cabelos. O uso contínuo intensifica a ação do tratamento e os cabelos ganham volume natural.
O que fazer para tirar o arrepiado dos fios, como tratar o cabelo “elétrico”?
Para se livrar desse problema, use sempre algum tipo de máscara capilar, nunca esqueça do condicionador e apele para os tratamentos leave in.
Posso fazer permanente e tintura no mesmo dia?
Os dois tratamentos agem na estrutura interna e externa do cabelo. Portanto, não é recomendável que sejam realizados no mesmo dia. O correto é esperar entre oito e dez dias entre um processo e outro.
Qual a diferença entre suporte e permanente?
São processos parecidos, só que para a permanente usa-se acessórios tradicionais (bigudins mais finos) e o efeito nos cabelos é de cachos mais pronunciados. No suporte, são usados elementos mais variados e modernos (bobes, bigudins mais largos e até clips) criando um look mais leve, com ondas, volume e movimento.
Se os cabelos ficarem muito enrolados com a permanente é possível consertar o estrago?
As hidratações profundas e os restauradores capilares ajudam. Não use nenhum tipo de alisante para soltar os cachos – o melhor é um penteado com escova.
Que produto usar para combater o ressecamento após a permanente?
Imediatamente após um tratamento químico como a permanente recomenda-se usar um condicionador intensivo específico para cabelos sensibilizados, capaz de estabilizar a estrutura capilar. Adote ainda uma linha de produtos específicos para cabelos com permanente.
Que tipo de tratamento é mais indicado para cabelos crespos, finos e tingidos?
Os tratamentos intensivos com hidratação profunda. Escolha xampus com óleo de jojoba, proteína de soja, um condicionador com lanolina hidrolizada de seda e produtos com queratina líquida.
O que é melhor para alisar temporariamente os cabelos? bobe, escova ou touca?
A escova e o secador são imbatíveis no quesito rapidez. Mas, para não fragilizar demais os fios, o melhor é recorrer aos bobes grandes, tirando as marcas deixadas por eles com uma escova redonda e grossa. A touca deixa o cabelo lisinho, mas é preciso enrolar o cabelo em toda circunferência da cabeça dos dois lados para ganhar uniformidade.
Qual a diferença entre alisamento, relaxamento e amaciamento?
Nesses processos o produto utilizado é o mesmo, a diferença está na técnica. No alisamento, as mechas são penteadas com mais força, mais pressão, para se conseguir um liso total. Quando a intenção é diminuir o volume, dar mais movimento ao cabelo, soltar os cachos, obter ondas mais largas, faz-se um relaxamento, o que significa que a técnica de pentear é mais suave.
Qual a regularidade ideal para alisar os cabelos sem prejudicar os fios?
É recomendável esperar pelo menos dois ou três meses para aplicar o produto novamente, só na parte crescida do cabelo e a um centímetro afastado do couro cabeludo.
Dá para fazer escova todos os dias em cabelos submetidos ao relaxamento?
É melhor limitar a escova a uma vez por semana, evitando o uso do secador quente.
Como saber se o cabelo pode ser alisado sem dar problemas?
Antes de fazer um tratamento químico pela primeira vez, seja qual for o processo, é indispensável realizar um teste, tanto em uma mecha quanto na pele. Podem ocorrer reações alérgicas – é possível que o cabelo não seja compatível com o trabalho químico. Se o cabelo ou a pele ficarem irritados, não faça.
Cabelos cacheados, mais finos, podem recorrer ao relaxamento sem perigo de fragilizar ainda mais os fios?
Sim, porque existem produtos de alisamento e amaciamento especialmente formulados para cabelos finos e sensíveis, com substâncias de tratamento (extrato de camomila e óleo de jojoba, entre outras).
Como reconhecer um bom profissional da área?
Caso você não conheça nenhum cabeleireiro, proceda como se procurasse um médico – pergunte, peça recomendações. Depois de escolhido o profissional, converse com ele, faça com que conheça seus desejos e, em conjunto, decidam pelo melhor. O bom cabeleireiro faz, antes de mais nada, os testes necessários e não impõe – escuta e aconselha.
Qual a melhor maneira de alisar sem maltratar o cabelo: a técnica com chapinhas quentes ou alisamento a frio?
Alisar, penteando o cabelo todos os dias com chapinha quente, acaba sensibilizando os fios. Um alisamento feito por um bom profissional, com produtos de boa qualidade, evita este problema, além de não dar tanto trabalho e tomar tempo.
É possível apagar uma tintura manchada no cabelo com outra tintura por cima?
Não. No caso de colorações permanentes, só se pode eliminar o produto com uma decapagem, ou seja, um processo de limpeza que deve ser feito por um profissional
Dá para fazer reflexos por cima da tintura sem prejudicar o cabelo?
Sim, é possível, mas o profissional que vai fazer este trabalho deve avaliar antes o estado dos cabelos para definir como proceder. Se as mechas forem feitas no mesmo dia, é recomendável usar água oxigenada de volume mais baixo que o aplicado em cabelos naturais.
Xampu tonalizando (ou tom sobre tom) é menos agressivo que a tintura?
Os tonalizantes sensibilizam menos os cabelos, porque não mexem com a estrutura química dos fios (não contém amônia e não exigem descoloração prévia, por exemplo) mas, como duram menos tempo, obrigam ao uso mais frequente. Em compensação, uma coloração (tintura) permanente, além de durar mais, permite clarear e cobrir até 100% dos cabelos brancos.
A henna é inofensiva para os cabelos?
A henna natural (sem nenhuma cor) é uma planta e, dependendo da forma como é industrializada, pode ser considerada inofensiva. Já as hennas com reflexos ou cores específicas (dourado, acobreado, marrom) contém corantes artificiais, que podem ressecar os fios, da mesma maneira que as tinturas.
Que efeito tem o silicone nos fios? Como usá-los corretamente? Pode ser usado em cabelos oleosos, sem risco de emplastar os fios?
O silicone age como uma luva ou maquiagem: cobre externamente e momentaneamente o fio, proporcionando a imagem de um cabelo tratado. Esse tratamento dura só até a lavagem e é uma solução temporária. Use com moderação, porque seu excesso elimina o volume do cabelo. Alguns silicones são usados em fios secos, agindo como finalizadores, outros em cabelos molhados, para “selar” as pontas. No caso dos cabelos oleosos, restrinja o uso às pontas.
O uso abusivo de cosméticos capilares (fixadores de penteado, gel, mousse) pode acabar tirando o brilho do cabelo?
Depende da frequência de uso e qualidade do produto. Evite usá-los diariamente. Tudo em excesso acaba trazendo mais prejuízos do que benefícios.
Passar óleo nos fios antes de se expor ao sol protege o cabelo?
Somente os óleos siliconados e com protetor solar, que formam uma barreira contra os raios solares.
Como resolver o problema de fios queimados pelo sol sem recorrer a produtos químicos?
Fios ressecados e clareados pelo sol precisam ser tratados com produtos específicos (escolha xampus e cremes com proteínas de soja ou seda, óleo de jojoba e hidrolisado de queratina). Se estiverem com a cor desbotada, recomenda-se uma rinsagem ou um tonalizando sem amônia.
Fonte : JC Pereira Hair Transplant
SP1209PB1209
 
..
SPONSOR - Distribuição de Publicidade   MELANCIA - Mecanismo de Busca   GLOBODATA - Serviço de Hospedagem
..
Política de Privacidade   Termos de Uso   Direitos Autorais   Soluções de Publicidade   Compre Domínios   • Mapa do Site