Calvicie Hereditária |
 |
 |
 |
| Calvicie Hereditária 01 |
Calvicie Hereditária 02 |
Calvicie Hereditária 03 |
|
|
|
 |
 |
 |
| Calvicie Hereditária 04 |
Calvicie Hereditária 05 |
Calvicie Hereditária 06 |
|
|
|
 |
 |
 |
| Calvicie Hereditária 07 |
Calvicie Hereditária 08 |
Calvicie Hereditária 09 |
|
| .. |
Calvicie hereditária – Fator hereditário da queda de cabelos |
| O fator hereditário sempre foi considerado importante para a queda de cabelos, mas até agora não estava claro o papel desempenhado pelos genes na calvicie. |
Porém, pesquisadores do Centro da Vida e Cérebro da Clínica da Universidade de Bonn e Clínica de Pele da Universidade de Düsseldorf, na Alemanha, descobriram um fator hereditário responsável pela queda de cabelos. |
Por anos os pesquisadores procuraram por famílias, supostamente com calvicie hereditária, nas quais os homens foram afetados pela queda de cabelos. Depois, foram tiradas amostras de sangue de voluntários e investigados os genes suspeitos. |
Os cientistas descobriram no cromossomo X, o qual os homens sempre herdam da mãe, um gene que desempenha um papel crucial na calvicie hereditária masculina. Esse gene afeta o receptor de andrógeno, uma proteína que ajuda a ativar os hormônios masculinos. |
Fonte : American Journal of Human Genetics
SP1209PB1209 |
| .. |
 |
 |
 |
| Calvicie Hereditária 10 |
Calvicie Hereditária 11 |
Calvicie Hereditária 12 |
|
|
|
 |
 |
 |
| Calvicie Hereditária 13 |
Calvicie Hereditária 14 |
Calvicie Hereditária 15 |
|
| .. |
Cientistas encontram causa genética de calvicie hereditária rara |
Doença atinge homens e mulheres já na infância.
Descoberta pode render tratamentos para outros tipos de perda de cabelo. |
| Pesquisadores encontraram as bases genéticas de dois tipos distintos de calvicie hereditária, o que abre caminho para novos tratamentos para os carecas, de acordo com um par de estudos publicados neste domingo. |
| A calvicie atinge dezenas de milhões de homens em todo o mundo. Segundo estimativas do órgão americano que regula alimentos e remédios, a FDA, os carecas gastam quase um bilhão de doláres ao ano em tratamentos quase sempre duvidosos. Eles também torram quase tanto dinheiro em implantes muitas vezes doloridos e em outras formas para obter substitutos de cabelo mais ou menos convincentes. |
Agora, a geneticista Regina Betz, da Universidade de Bonn, na Alemanha, encontrou um gene, o P2RY5, que causa uma forma herediária rara de perda de cabelo, a hipotricose simples. A doença, que atinge homens e mulheres, deixa as pessoas carecas já na infância. |
| Esse é o primeiro receptor descoberto em humanos que tem um papel no crescimento de cabelos, segundo o estudo publicado na revista especializada "Nature Genetics". |
"Embora a hipotricose simples seja muito incomum, ela pode ser crítica na pesquisa para o entendimento dos mecanismos de crescimento capilar", afirmou Betz. |
O defeito genético impede que alguns receptores na superfície do folículo capilar se formem corretamente. Para ele funcionar normalmente, mensageiros precisam unir esses receptores, iniciando uma reação em cadeia no interior da célula. |
"Agora podemos selecionar substâncias parecidas que poderão ser usadas como tratamento para diferentes tipos de perda de cabelo", diz Ivar Kagelgen do Instituto de Farmacologia e Toxicologia de Bonn. |
Em outro estudo, Angela Christiano da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, lideraram uma equipe que encontrou outra mutação que gera o "cabelo de lã" -- cabelos ralos, secos e extremamente enrolados por toda a cabeça. |
Fonte : G1
SP1209PB0208 |
| .. |
Calvicie Hereditária ou Androgênica (Hormonal) |
Também chamada de calvicie masculina. Ela é causada pela presença de fator hereditário somado a presença de hormônios (andrógenos). Trata-se de uma queda de cabelos gradativa começando pelo recuo da linha do cabelo na região frontotemporal e não havendo perda dos pêlos do corpo. |
Este tipo de alopecia é mais conhecida em homens. Em geral, afeta somente a zona frontal, superior ou parte mais alta e superior da cabeça, respeitando o cabelo das zonas posterior e lateral que são hereditária e representa mais de 95% dos casos de queda de cabelo. |
Essa razão encontra-se nos hormônios masculinos, no excesso de dihidrotestoterona (DHT). Há no organismo masculino uma enzima conhecida por 5-alfa-redutase, que converte a testosterona em outo hormônio, a DHT. |
A DHT contribui para a redução da fase de crescimento dos fios, o que explica que os homens calvos apresentam níveis elevados deste hormônio. Isto ajuda a entender porque é que a calvicie pode aparecer em qualquer idade, algumas vezes logo na adolescência e agrava-se com o passar do tempo. |
Pode ocorrer também em mulheres, causando a perda difusa do cabelo deixando-os mais ralos e podendo expor o couro cabeludo. |
Fonte : Naturemax
SP1209PB0209 |
| .. |
Calvicie Hereditária |
Fenômeno relativamente freqüente, a perda total ou parcial do cabelo tem implicações estéticas, mas não patológicas. Em diversas doenças, porém, a calvicie é um sintoma ou uma seqüela que, às vezes, pode ser fundamental para estabelecer o diagnóstico.
Os termos calvicie e alopecia designam a queda completa ou parcial de cabelo. O processo decorre de inúmeras causas e evolui de várias maneiras, mas sempre com o mesmo efeito: a atrofia do folículo piloso, estrutura que circunda a raiz do cabelo. |
Existem dois tipos básicos de calvicie: a permanente e a temporária. No primeiro caso, ela procede da destruição dos centros de onde nasce o cabelo, a partir dos quais se originam as células de que depende sua manutenção fisiológica. Já a calvicie temporária resulta de uma lesão transitória nesses centros capilares. Nas manifestações permanentes, que afetam cerca de quarenta por cento dos indivíduos do sexo masculino em certas populações, existe importante base hereditária. No homem, o gene que leva à calvicie é dominante e só um dos progenitores o pode transmitir; na mulher, é recessivo, transmitido apenas quando se apresenta nos dois ascendentes. |
Estrutura do cabelo. O pêlo é um órgão epidérmico filamentoso que se desenvolve em quase toda a superfície da pele; na cabeça, constitui o couro cabeludo. Cada cabelo é composto de uma raiz, oculta no interior da bainha ou folículo piloso, e de uma haste que atravessa a camada córnea da epiderme e se projeta para fora do organismo. O folículo se comunica com uma glândula sebácea que segrega as gorduras necessárias ao desenvolvimento da haste. As células da raiz se multiplicam constantemente e ocasionam o crescimento permanente do pêlo, cuja eventual alteração origina a calvicie. |
| Evolução e incidência. Em geral, a queda de cabelo inicia-se sob a forma de entradas na linha frontal ou de uma pequena coroa no alto da cabeça. Nas fases avançadas, só resta uma estreita faixa de cabelo que rodeia a cabeça de uma orelha a outra: é a coroa hipocrática, assim chamada pelo aspecto semelhante ao do busto que imortalizou Hipócrates. A perda de cabelo é irregular e nesse processo se alternam fases de agravamento com outras de estabilidade. |
| A calvicie hereditária é muito comum entre europeus e aborígines australianos. Em contrapartida, é pouco freqüente em pessoas das raças negra e amarela, e nos ameríndios. Outras causas de calvicie permanente são a falta de desenvolvimento do cabelo por razões congênitas, a seborréia ou excessiva produção de gordura e a lesão grave do folículo piloso por fatores químicos e físicos. Já as causas da calvicie temporária são das mais diversas índoles e compreendem a febre alta, as infecções, o consumo de drogas, a exposição a radiações e a gravidez. |
O tratamento da alopecia costuma ser ineficaz, embora, em determinados casos, se obtenham resultados satisfatórios com enxertos de couro cabeludo íntegro nas zonas afetadas. As medidas terapêuticas mais eficazes são as preventivas: higiene correta, reforço vitamínico e funcionamento adequado do fígado e do aparelho digestivo. |
Fonte : Biomania
SP1209PB0209 |
| .. |
Causas da queda do cabelo: Calvicie hereditária |
| É a causa mais comum, sendo que esta tendência pode ser herdada tanto do lado materno quanto do lado paterno da família. Mulheres com este “traço” desenvolvem cabelos ralos, não se tornando completamente carecas. |
Essa condição é chamada de alopécia androgenética e pode começar na adolescência, aos 20 ou 30 anos. Não há cura, porém tratamentos medicamentosos têm se tornado disponíveis recentemente. Um dos tratamentos envolve a aplicação de uma loção, minoxidil, 2 vezes ao dia no couro cabeludo. Alguns penteados podem esconder a região com menos cabelos. E o transplante de cabelos pode redistribuir os fios que permaneceram. |
Fonte : SBCD
SP1209PB0209 |
| .. |
A luta contra a Calvicie Hereditária |
Se você está perdendo cabelos de forma progressiva e constantemente nos últimos anos (ou se já não os tem mais), saiba que você faz parte de um vasto time. |
Mais de 40 milhões de homens no Brasil sofrem com a calvicie de origem hereditária, a temida alopecia androgenética, segundo dados da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. Ou seja, entre 40% e 50% da população masculina do país está no mesmo barco. Dados semelhantes são encontrados em toda parte do mundo. E o desenvolvimento começa bem cedo: 95% dos que nascem com predisposição genética para calvicie começam a desenvolvê-la entre os 17 e 30 anos de idade. |
É bom deixar claro que nem toda rarefação dos fios da cabeça se origina da predisposição genética, mas é essa que mais aterroriza os homens e que gera esforços de dermatologistas, cirurgiões, cientistas e da indústria farmacêutica em busca de técnicas e formulas que dêem um jeito no problema, tanto pelo óbvio motivo de ser avassaladoramente a principal causa da calvicie, quanto pelo fato de que é necessário tratar a queda gerada por outros fatores (que vão de estresse e reações medicamentosas a distúrbios imunológicos). Mas infelizmente, a ciência ainda não é capaz de agir sobre os genes que causam a calvicie. |
Ficou desesperado? Não fique. |
Embora não seja possível combater a causa, pode-se combater o efeito. |
Há algum tempo já existem no mercado medicamentos que ajudam a driblar essa herança, evitando a progressão da perda dos cabelos. |
Para toda a vida |
Liberada para uso no Brasil há cerca de seis anos, a substância finasterida, de uso via oral (em forma de comprimido) é o método mais difundido e considerado bastante eficiente no combate à progressão da calvicie hereditária. Ela age bloqueando a ação da enzima vilã de todo processo: a 5-alpha-redutase tipo 2. É essa enzima que, no final das contas, causa a calvicie . “Ela age transformando a testosterona, em dihidrotestosterona (DHT), fazendo-a ficar ativa. É ela que atua na raiz do cabelo, fazendo com que ele caia”, explica o dermatologista Marcelo Bellini. Claro, o cabelo não cai de uma só vez. O processo de ação do hormônio DHT é gradativo: o fio sofre um processo de miniaturização, nascendo cada vez mais fino e fraco, até não nascer mais. |
O tempo que leva entre o início da miniaturização dos fios até se atingir a calvicie total, oscila de acordo com a quantidade de genes para calvicie que cada um possui. |
Assim, uma pessoa pode atingir o nível máximo em três anos, outra em sete, outra em dez. E a finasterida só age quando ainda há a existência de folículo piloso saudável. Ou seja, não faz nascer cabelo, mas pára a progressão e atua para que os fios existentes nasçam mais fortes e grossos. Daí a importância de se detectar e começar a tratar o problema o mais cedo possível. |
| Tratamento, alias, recomendado para o resto da vida (na forma de 1 comprimido ao dia) já que, parando o uso, o processo de miniaturização recomeça. |
Existem cinco medicamentos disponíveis cujo principio ativo é a finasterida, com preços que oscilam entre R$ 50,00 e R$ 100,00 (caixa de comprimidos para cerca de um mês). |
Efeito na libido |
| Logo que o uso da finasterida foi liberado no país, um de seus possíveis efeitos colaterais provocou calorosas discussões: a diminuição da libido, que, segundo pesquisas, atingem cerca de 1,8% dos que se submetem ao tratamento. Uma porcentagem bem baixa, mas entre a qual ninguém gosta de estar. “É importante fazer a diferenciação, porque há muito confusão sobre essa questão. O medicamento pode diminuir a libido, interferir no desejo sexual. Não causa, de forma alguma impotência, que é uma disfunção, como se chegou a falar. E caso constate-se esse efeito colateral, interrompe-se o tratamento e o libido volta ao normal”, ressalta Bellini. |
Normalmente, por precaução. O médico que acompanha o tratamento com finasterida também faz um monitoramento constante das funções hepáticas do paciente, já que a substância é metabolizada no fígado. |
A loção de ação local |
Em 2003, um novo produto que age também inibindo a ação da 5-alpha-redutase, combatendo a progressão da calvicie, começou a ser comercializado no Brasil. Trata-se do avicis, cujo princípio ativo é o 17-alpha-estradiol, de uso tópico: uma loção para ser aplicada no couro cabeludo uma vez por dia. “A diferença principal é que há mais estudos sobre a finasterida, que é inibidor específico da 5-alpha-redutase, desenvolvida para esse fim”, esclarece a dermatologista e tricologista Denise Steiner. |
Por outro lado, o produto têm uma vantagem em relação à finasterida: podendo ser utilizado por mulheres sem ressalvas. “Ele não tem as contra indicações da finasterida, que não deve ser tomada por mulheres que estejam com o desejo de engravidar. E pela teoria e pelos resultados práticos, está indo muito bem”, explica Steiner. A contra-indicação de finasterida para mulheres se deve ao fato de que, como o medicamento inibe a atuação da testosterona, pode interferir na formação do feto (resultando, por exemplo, numa feminilização desse). |
Para o tratamento da calvicie dos masculina, alguns dermatologistas, como Bellini, estão optando pelo uso comitante dos dois medicamentos num primeiro momento. “Como finasterida você vai usar anos a fio e a ação dela é mais perceptível a partir do segundo mês, quando atuamos junto com avicis, o paciente começa a melhorar logo no começo. Mas não há necessidade de se fazer um uso prolongado de ambos”, pondera. |
Ajudinha no volume |
O medicamento de combate à calvicie há mais tempo disponível no mercado (mais de 20anos) é o minoxidil, que, acredita-se, estimula a replicação(duplicação) do fio de cabelo. Algo observado na pratica, embora não se saiba exatamente porque. “Ele é ativo na alopecia androgenética masculina e feminina e deve ser usado duas vezes ao dia. É seguro porem, tem certas peculiaridades: no começo do uso, pode aumentar a queda do cabelo. Se for interrompido, também, comenta Denise Steiner. |
Como promove o aparecimento de pêlos, contribui para o volume. Alguns especialistas, entretanto, consideram que se trata de apenas uma ilusão de volume, pois não seriam fios realmente saudáveis. |
Para nascer novo cabelo |
Para fazer nascer cabelo nas regiões onde não existe mais folículos saudáveis, só mesmo submetendo-se ao microtransplante capilar. O procedimento é feito retirando uma faixa de pele da área da nuca (chamada área occiptal), cujos folículos são imunes à ação da testosterona. Dessa faixa, retira-se os folículos que serão colocados na área calva. “Os microimplantes são colocados, um a um (a chamada técnica de fio a fio), procurando o resultado mais natural e estético possível. O número de implantes depende da área doadora e da área calva”, explica Steiner, acrescentando que o tratamento com a finasterida ou 17-alpha-estradiol não deve ser interrompido após a cirurgia, para impedir o alastramento da região calva. Aliás, para se submeter ao microimplante capilar, o ideal é que o processo de queda já esteja estacionado. E, mesmo assim, os resultados dependerão do grau da calvicie. Alguém com enorme área calva, muito dificilmente obterá uma concentração de fios por milímetro quadrado que dê um aspecto satisfatório, natural. E, em geral, os especialistas recomendam que o paciente se submeta, no máximo, a cinco microimplantes. |
A cirurgia dura algumas horas, é feita com anestesia local, e não muitos inconvenientes no pós-operatorio, além de eventuais dores na nuca (região doadora) e sangramentos. Por isso, analgésicos e antibióticos fazem parte do cotidiano do pós-operado. O aspecto, entretanto, do couro cabeludo até os fios crescerem (o que leva de seis a oito meses), é nitidamente de quem se submeteu a uma cirurgia: ou seja, não há, caso queira, como ocultar o fato. O preço do microtransplante oscila entre R$3 mil a R$10 mil. |
Saiba se é hora de preocupar ou não |
Todo dia, perdemos dezenas de fio. E outras dezenas nascem. A média considerada normal pelos dermatologistas é perder de 70 a 100 fios de cabelo por dia. Um teste simples, que pode ser feito em cãs, pode indicar se você está perdendo mais do que deveria. Entre os dedos segure uma área onde suspeita estar perdendo cabelos. Conte depois os números de fios que se destacaram. “Se saírem até seis fios (somando três trações), seu cabelo está saudável”, diz o dermatologista Marcelo Bellini. Quando mais fios além desse numero, maior o risco de você estar com inicio de calvice, e é aconselhável procurar um dermatologista para uma avaliação mais detalhada. |
Mesoterapia capilar: fortalecendo o fio |
Seções de intradermoterapia no couro cabeludo não impedem o desenvolvimento da calvicie, mas colaboram, segundo alguns especialistas, para o fortalecimento e a renovação do fio. Entre as principais substâncias usadas no coquetel, que é aplicado na região onde se quer promover o estímulo, estão finastereda e d-pantenol (ambas, visando estimular o crescimento) trissilinol e biotina (fortalecimento do fio) e mesocaina (para melhorar a circulação local) O próprio efeito da agressão (ruptura) da picadinha no local estimularia a revitalização, segundo seus defensores. Cinco seções semanais já prometem efeitos benéficos. |
Fonte : G Magazine
SP1209PB0209 |
| |