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Calvicie, Tratamento para Calvicie, Calvicie Masculina, Calvicie Feminina

Tratamento Clínico da Calvicie

Tratamento Clínico Calvicie 01 Tratamento Clínico Calvicie 02 Tratamento Clínico Calvicie 03
Tratamento Clínico Calvicie 01 Tratamento Clínico Calvicie 02 Tratamento Clínico Calvicie 03
Tratamento Clínico Calvicie 04 Tratamento Clínico Calvicie 05 Tratamento Clínico Calvicie 06
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Tratamento Clínico Calvicie 07 Tratamento Clínico Calvicie 08 Tratamento Clínico Calvicie 09
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Tratamento Clínico : Tratamentos não-cirúrgicos para a calvicie

Hairmax LaserComb foi o primeiro tratamento sem medicamentos aprovado pela FDA para os casos de perda de cabelo. Homens seguram um dispositivo na cabeça de 10 a 15 minutos por vez, três vezes ao dia. O LaserComb emite uma luz de laser de baixo nível, que promove o crescimento do cabelo. Em um estudo, o LaserComb aumentou o crescimento de pêlos terminais (espessos) em 93% dos homens que o utilizaram. Mas o LaserComb não é um tratamento barato. De acordo com o site do fabricante, ele pode custar mais de US$ 500.

Existem inúmeras soluções de baixa tecnologia para a perda de cabelo, desde perucas e topetes postiços até perucas semi-permanentes. Existe até cabelo em spray e em pó, que você vê em muitas propagandas de TV. Essas soluções temporárias são obtidas por meio de pequenas fibras feitas para parecerem com cabelo. Mas muitas pessoas acham que o resultado parece artificial.

Tratamentos alternativos

Vários remédios alternativos têm sido anunciados como tratamentos para a calvicie:

- saw palmetto (ele age nos hormônios masculinos e alguns acreditam que pode funcionar como a droga Propecia)
- chá verde (também pode afetar os hormônios relacionados à calvicie)
- extrato de alcaçuz
- vinagre de cidra de maçã
- gengibre

Uma empresa vende um produto chamado Retane, que contém uma combinação de vitaminas B5 e E, ácido fólico, aloe vera, biotina e outras substâncias naturais. Em seu próprio estudo não publicado, a empresa descobriu que 86% dos pacientes que tomaram Retane perceberam menos desprendimento do cabelo, sem efeitos colaterais.

Seja cauteloso ao usar qualquer remédio natural, pois alguns podem apresentar efeitos colaterais, especialmente se combinados com certos medicamentos.
Fonte : Toda Beleza
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Tratamento Clínico Calvicie 10 Tratamento Clínico Calvicie 11 Tratamento Clínico Calvicie 12
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Tratamento Clínico Calvicie 13 Tratamento Clínico Calvicie 14 Tratamento Clínico Calvicie 15
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Calvicie masculina padrão: existe um tratamento eficaz ?

As estatísticas são bastante assustadoras, pelo tempo que eles atinjam a idade de 50, 50% da população masculina mundos são afetados por padrão calvicie masculina. Muitos homens só aceitar e dar continuidade a esta vida, mas os homens estão aprendendo mais sobre o recém acessíveis calvicie masculina padrão tratamentos e querem manter a sua coroação glória.
Estes novos tratamentos começaram a ser disponibilizados mais de quinze anos atrás, mas se não foram bastante bem ao largo custo foi sempre um factor importante que proíbe (John Travolta foi relatada como gastar cerca de US $ 1000 por mês para o seu tratamento). Agora, os preços são estabelecidos a um nível onde a maioria das pessoas pode pagar tratamentos de alta qualidade e se suficientemente cedo começou há qualquer razão para que você nunca deve ir calvo.
Dito isto, importa deixar claro que não se dispõe ainda de curas milagrosas, se você está agora totalmente calvo ainda há muito pouco que pode ser feito para além do vestindo uma peruca. Mas tratamentos podem ser muito eficazes na re-cabelo crescer para algumas pessoas. É uma questão de aprender aquilo que é possível e lançando as suas expectativas em conformidade.

Há algumas coisas que você deve saber antes de procurar um determinado tipo de tratamento. É importante compreender a razão por que em primeiro lugar masculino padrão calvicie ocorre e como ele desenvolve antes de decidir qual dos tratamentos disponíveis atualmente é o mais adequado para você.

Porque Queda de cabelo Ocorre

Masculino padrão perda de cabelo, também conhecida como alopecia androgenética é uma condição geneticamente predeterminados. O principal fator contribuinte para causar é o hormônio masculino testosterona, e daí esta é a razão pela qual algumas mulheres sofrem com a condição de machos castrados e por isso nunca vão calvo.

Testosterona, mas não diretamente causar perda de cabelo, que interagem com uma enzima chamada 5-alfa-redutase para produzir o verdadeiro culpado, um hormônio chamado derivados di-hidrotestosterona (DHT). DHT é amplamente reconhecida a ser a principal causa da perda de cabelo nos homens. Homens sorte para não ir ter cabelo calvo que é resistente aos efeitos da DHT.

Aplicação tópica

Agora que sabe-se que muitas causas masculinas padrão calvicie queda de cabelo champôs Foram desenvolvidos especificamente para remover DHT a partir do couro cabeludo. Estes tipos de produtos estão limpezas profundas DHT agentes conhecidos como inibidores ou DHT bloqueadores e têm sido utilizados de forma eficaz para pôr termo à queda de cabelo e proporcionar melhores condições para estimular o novo crescimento de pêlos.

Você pode ter ouvido do minoxidil calvicie masculina padrão tratamento, este não é um bloqueador DHT, é pensado para funcionar directamente pelo estímulo do crescimento celular, no folículo piloso conferindo-lhe assim uma resistência ao DHT. Os resultados são muito embora o mesmo e porque elas funcionam de maneira diferente, minoxidil, DHT bloqueadores podem ser usados em conjunto para uma ainda mais eficaz queda de cabelo tratamento.

Interno Drogas

Um dos medicações orais mais eficazes para tratar queda de cabelo foi descoberta acidentalmente quando desenvolver uma cura para a ampliação próstata nos homens.

Este medicamento foi finasterida e verificou-se que, em doses baixas finasterida foi eficaz na prevenção da calvicie masculina padrão. É agora uma das poucas drogas com a aprovação pela FDA para a prevenção e tratamento da calvicie masculina padrão e disponível apenas com receita.

Fonte : Toda Beleza
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Tratamento Clínico da Calvicie

Normalmente digo aos pacientes preocupados com a perda dos cabelos que existem 4 caminhos a serem considerados. Pode-se optar por tentar tratamentos clínicos, não se fazer nada, usar uma peruca ou partir para cirurgia. Sem tratamento a alopécia androgenética (AAG) é progressiva. O uso de perucas, entrelaçamentos ou qualquer outro método de cobrir a calvicie apresenta além das desvantagens estéticas evidentes o risco de desenvolvimento de micoses do couro cabeludo, mau cheiro, ajustes freqüentes e várias outras complicações como cicatrizes no couro cabeludo e arrancamento de fios que porventura você ainda tenha.

Vários tratamentos clínicos foram propostos desde os primórdios da história do homem.

Desde a aplicação de cinzas, óleos dos mais diversos tipos, ervas até injeções de vitaminas, choques elétricos, massagens, laser, etc. Poderia escrever livros apenas com as curiosidades a respeito dessas tentativas de tratamentos para calvicie.
A base do tratamento médico sério é a redução do DHT e a proteção dos receptores androgenético contra a sua ação.

Normalmente os benefícios obtidos são na redução da velocidade de instalação da AAG e sempre após 6 a 8 meses de uso contínuo. Não existe um tratamento pontual, a curto prazo.

O paciente precisa compreender que o tratamento deve ser contínuo entre os 16 e 50 anos de idade, pois é neste período em que este processo de miniaturização ocorre sendo que as agressões entre 25 3 35 anos são as mais fortes.

Finasteride

O finasteride é um potente inibidor de uma enzima chamada de 5 Alfa Redutase tipo 2, que foi aprovada pelo FDA para tratamento de alopécia androgenética em 1997 com o nome comercial de Propecia® pela MSD. Atua bloqueando a conversão da testosterona em DHT. Numa primeira fase do estudo 933 homens com idades de 18 a 41 anos com calvicies suaves ou moderadas foram divididos em grupos que receberam, de forma aleatória, 1 mg de finasteride por dia ou placebo (comprimidos sem medicação) durante 1 ano. Fotografias padronizadas tiradas depois de 1 ano mostraram que em 1% dos homens avaliados a perda dos cabelos progrediu.

Em 51% houve estabilização sem aumento da calvicie. Em 48% houve reversão do processo de miniaturização com aumento da densidade dos fios de cabelo. Esta mesma análise foi feita depois de 2 anos aonde 66% demonstraram melhoria no volume e na quantidade dos cabelos e 88% demonstraram estabilização no processo que vinha evoluindo até então.

A resposta ao finasteride pode ser observada após 6 a 8 meses de tratamento com 1 mg por dia, porém os pacientes devem ser encorajados a tomarem a medicação por pelo menos 2 anos para melhor análise do resultado. A incidência de efeitos colaterais foi semelhante no grupo de estudo que tomou placebo, sendo que o mais importante é a diminuição da libido ou disfunção de ereção que aconteceu em 1,8% dos homens que tomou finasteride contra 1,3% do grupo do placebo. É muito importante antes de se iniciar este tratamento uma avaliação médica com análise dos hormônios e da função hepática, pois o fígado é o local onde o finasteride é metabolizado e pode sofrer lesões em pacientes com lesões prévias (p.ex. hepatite ou cirrose).

As pesquisas mais recentes mostram que em médio prazo teremos uma nova geração de finasteride como o episteride, o Dutasteride, mk-963, mk-434m e nj-386.

Tenho recomendado o uso do finasteride via oral para pacientes em fase inicial da alopécia androgenética com a finalidade de reduzir a velocidade da queda de cabelos, assim como reverter o processo de miniaturização, porém deixo sempre claro que nas áreas onde já se instalou a calvicie ainda não existe nenhum procedimento além das cirurgias para o aparecimento de novos fios de cabelos.
Tem sido freqüente a associação deste tratamento clínico com as megasessões de transplantes de unidades foliculares para se conseguir volumes maiores e mais permanentes de cabelos além de atuar diminuindo a chamada fibrose perifolicular que pode também atuar de forma negativa no crescimento dos fios de cabelos.

17 alfa estradiol

Recentemente (2003) foi lançado no mercado brasileiro o uso tópico do 17 alfa estradiol que diminui a ação do DHT nos folículos pilosos.A associação deste tratamento tópico ao finasteride pode complementar a proteção dos folículos pilosos contra a ação do DHT.Por se tratar de produto comercial é fácil de ser adquirido pelos pacientes mas sua efetivada é menor quando comparada a outros ativos mais potentes.

Shampoo de Cetoconazol a 2%

O cetoconazol é um antifúngico que usado topicamente no couro cabeludo apresenta como vantagens a diminuição da população de fungos no couro cabeludo, redução do excesso de oleosidade (o sebo é rico em DHT) e alguns estudos mostram que ele também promove uma inibição local dos níveis de DHT. Recomendo seu uso 2 a 4 x por semana a todos os meus pacientes.

Revivogen(Advanced Skin and Hair, INC) / Ultrastop 6(Linha Cosmecêutica)

Baseado em uma série de estudos e nas experiências de consumidores americanos e europeus achei de grande valia a incorporação da fórmula do Revivogen ao arsenal de bloqueadores tópicos do DHT. Sua fórmula contém ingredientes naturais que comprovadamente reduzem a produção local de DHT, bloqueia os receptores androgênicos e estimulam o crescimento capilar.
Em minha opinião é um excelente coadjuvante ao finasteride. Seus principais ativos são: Saw Palmetto que é um extrato de uma palmeira norte americana (Serenoa repens) que também atua bloqueando a produção de DHT (também existe na versão para uso oral), óleo de borage que contém ácido linoleico,gamalinoleico,alfa linoleico,oleico,ácido azelaico,vitaminas do complexo B,vitamina E,zinco,beta sitosterol e proantrocianidina e recentemente adicionamos o colastil que é a procianidina de maçã verde
Deve ser usado diariamente com agitação vigorosa do produto antes de usar e aplicar de 1 a 2 ml nas áreas de rarefação (sugiro o uso de spray, pois facilita a aplicação e não deixa os cabelos oleosos).
Como todos os inibidores de DHT seu uso deve ser contínuo.

GEL FF (Flutamida 1% associada com finasteride 0,025%)

Conseguimos aqui a associação da flutamida (um potente antiandrogênico que atua na testosterona livre do escalpo) e do finasteride em ação direta no escalpo com inibição da produção de DHT. O mais importante neste produto foi a incorporação dos ativos a um gel transdérmico (e não uma loção) que permite a atuação dos mesmos apenas no couro cabeludo sem absorção sistêmica e com excelente e rápida penetração através da epiderme e derme apenas.

ZYMO HSOR

Zymo HSOR é um complexo da enzima 3 a-hidroxiesteróide desidrogenase (HSOR) capaz de degradar a DHT no folículo pilosebáceo permitindo que o cabelo em fase de miniaturização cresça novamente e receba uma menor agressão no processo da AAG. Seu uso pode ser complementado pelo ZymoHair Shampoo enzimático antes de sua aplicação.
Atua como coadjuvante a finasteride via oral e tópica no bloqueio da produção de DHT.

GEL ZM (Zymo 2,5% e Minoxidil 5%)

O minoxidil já é usado há muitos anos para o tratamento da AAG, inicialmente por se tratar de um vasodilatador e depois por demonstrar que atuava de outras maneiras, principalmente prolongando a fase de crescimento dos fios (fase anágena) e diminuindo a fase de queda (fase telógena). Porém seu uso isolado e em forma de loções apresentava resultados fracos e de uso complicado, pois precisa ser usado 2 x ao dia e o veículo da loção deixa os cabelos com aparência desagradável. O gel transdérmico que é bastante fluido foi agora associado ao Zymo e ao minoxidil a 5%.

Minoxidil 5%

Alguns pacientes hipertensos tratados com minoxidil via oral, apresentavam como efeito colateral o crescimento dos pelos do corpo, o que levou pesquisadores a crer que o uso tópico do produto poderia fazer crescer cabelos. Inicialmente a dose preconizada foi de 2% e deveria se fazer massagens no couro cabeludo 2 x por dia de forma ininterrupta sob pena de qualquer benefício ser perdido com a interrupção do tratamento.
Após anos de experimentações chegou-se a um consenso de que menos de 15% dos homens tratados com minoxidil a 2% tiveram discretos benefícios com aumento dos pelos do couro cabeludo, sem melhoras aparentes da estética do cabelo.
Atualmente utilizamos minoxidil a 5% porém não se acredita que seu uso isolado promova grandes benefícios na AAG. Lembre-se que a causa da alopécia androgenética está na associação do gene da calvicie com o DHT e o minox não atua nestas causas.

Suplementos via oral

O fio de cabelo nada mais é do que uma haste composta por queratina. Algun(ma)s pacientes apresentam baixa produção de queratina por anemia,insuficiência de aminoácidos,vitaminas e sais minerais.O uso de suplementos específicos prontos ou manipulados pode ser útil nestas situações assim como promover o crescimento de fios mais vigorosos e de forma mais rápida na AAG.Usamos fórmulas manipuladas de Pill food,Hairgrow e outros de acordo com cada situação.

Seu uso isolado é ineficaz para a AAG.

Fonte : Dr Milton Peruzzo
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Tratamentos Clínicos Eficazes contra a Calvicie

Diversos tratamentos clínicos já foram propostos para tentar solucionar ou retardar a AAG. Porém, apenas dois tratamentos são atualmente aceitos e aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration, entidade governamental dos Estados Unidos, responsável pela análise e aprovação de uso de medicamentos): o uso tópico do Minoxidil e o uso oral de Finasteride.

O principal objetivo da terapia farmacológica é reverter e/ou estabilizar o processo de miniaturização dos folículos pilosos. Em termos hormonais, consiste em diminuir a atividade androgênica nos folículos capilares.

O tratamento clínico da região doadora antes da realização do procedimento cirúrgico é especialmente vantajoso, pois reverte a evolução dos folículos da fase telógena para a anágena, tornando mais fácil a visualização dos pêlos, que ganham densidade, e aumentando o número de unidades foliculares disponíveis na área doadora.

Minoxidil

O minoxidil é um modificador biológico que age revertendo o processo de miniaturização do pêlo na AAG ao normalizar o ciclo do folículo, prolongando a fase anágena ou de crescimento. Seu agente ativo, substância responsável pela estimulação do folículo piloso, é o sulfato de minoxidil (SM).

Este medicamento estimula os folículos em fase de miniaturização, ou seja, folículos de pequeno diâmetro, curtos (entre 0.5 e 2cm) e hipopigmentados. Além de estimular a vascularização do couro cabeludo permitindo uma melhor oxigenação da região, o minoxidil estimula a multiplicação das células da matrix ( raíz do pêlo ).

A solução de minoxidil é geralmente encontrada na concentração 2% a 5%. Um estudo recente controlado com placebo comparou as respostas terapêuticas de 352 homens com idade média de 36 anos, portadores de AAG grau III-V, a essas duas concentrações de solução de minoxidil. O crescimento do pêlo no grupo dos 5% foi mais rápido e mais forte.

Em outro trabalho, também controlado com placebo, foram avaliados os cabelos cortados da região frontoparietal em homens com AAG. Durante os dois anos de estudo, foram comparadas as respostas do placebo com o minoxidil 2% e 5%. Após 42 semanas a variação média no peso dos cabelos foi de 5%, 24% e 29%, respectivamente. Com 96 semanas, 14%, 15% e 19%. A diferença entre o grupo tratado e o que recebeu placebo se manteve constante em 34% para o minoxidil a 5% e 29% para o minoxidil a 2%. O maior aumento nos cabelos foi observado nas 20 primeiras semanas de tratamento.

Após esses estudos, padronizou-se o uso do minoxidil 5% para todos os pacientes duas vezes ao dia.

Recomenda-se passar 1ml do produto em cada aplicação, e sempre nos cabelos secos. É importante salientar que o produto deve ser passado no couro cabeludo, e não nos fios. Ele deve ser absorvido pelos poros para agir na raiz dos cabelos. O minoxidil não tem ação na haste dos fios.
Para se obter o efeito desejado, deve-se deixar a medicação agindo por pelo menos 4 horas. Por isso indicamos o uso à noite  e pela manhã, logo ao acordar. Depois de 4 horas pode-se lavar os cabelos.
Mulheres com AAG padrão feminino também podem ser tratadas com minoxidil, mas respondem melhor ao minoxidil 5% do que ao 2%. Em 7% destas mulheres pode ocorrer hipertricose facial, ou seja, crescimento de pêlos mais grossos nesta região. É mais comum naquelas que já tinham uma certa quantidade de pêlos faciais, idade acima dos 50 anos ou  com algum problema hormonal presente. Este problema é totalmente reversível. Primeiramente tenta-se a diminuição da concentração para 2%, e se com alguns meses de tentativa  não ocorrer a diminuição destes pêlos, interrompe-se o uso da droga. Não se recomenda o uso em gestantes ou período de amamentação.

Os primeiros resultados do uso do minoxidil podem ser observados após aproximadamente  4 a 6 meses, sendo evidentes com 01 ano de tratamento. Observamos primeiramente uma redução na queda capilar, depois o processo de miniturazição se estabiliza, e por fim há um aumento do volume dos fios.

Alguns pacientes podem ter uma queda capilar temporária nas primeiras semanas do tratamento. Isto ocorre por que a droga induz um eflúvio telógeno ( queda dos fios ) para depois estimular o crescimento dos menos.

Seus efeitos colaterais são mínimos, mas podem ocorrer “irritações” no couro cabeludo (ressecamento, prurido e eritema) que tendem a desaparecer com a interrupção da droga ou após algum tempo de uso.

Quanto mais precoce o diagnóstico e o início do tratamento, melhores os resultados. Pois qualquer tratamento não cirúrgico para queda dos cabelos, vai agir nos folículos "vivos". Aquele folículo que já "morreu" não se recupera mais. Nenhum agente medicamentoso faz crescer cabelos em uma área totalmente sem cabelos. Só o transplante de cabelos consegue preencher este espaço vazio, retirando folículos da área doadora e recolocando-os na área calva.

É muito importante que o paciente saiba que o tratamento deve ser contínuo. Uma vez interrompida medicação, a calvicie volta ao estado anterior ao tratamento em aproximadamente 4 a 6 meses.

Finasteride

O finasteride é um modificador hormonal que atua como bloqueador androgênico. É o primeiro inibidor seletivo da enzima 5-alfa-redutase tipo II, que faz a conversão periférica da T (testosterona) em DHT (dihidrotestosterona). Esta é responsável pelo processo de miniaturização.
Seu emprego no sexo masculino teve início em 1986, quando foi desenvolvido para tratar indivíduos com hiperplasia prostática benigna (HPB) na concentração de 5%. O uso no tratamento da AAG foi aprovado pelo FDA em 1997.

Um estudo inicial testou o uso do finasteride em pacientes portadores de AAG que apresentam grande atividade da enzima 5-alfa-redutase e níveis elevados de DHT. Após tratamento por via oral, mais de 65% dos pacientes mostraram significativa redução da DHT no couro cabeludo.

Em 1998, três trabalhos multicêntricos, todos controlados com placebo, estudaram 1879 homens com AAG de leve a moderada que receberam 1mg de finasteride por via oral ou placebo. 48% dos homens tratados com finasteride apresentaram crescimento dos cabelos após um ano de tratamento, em oposição aos 7% do grupo do placebo.
A incidência de efeitos colaterais foi semelhante no grupo de estudo que tomou placebo e finasteride. 3,8% dos pacientes tratados com finasteride apresentaram distúrbios sexuais, como diminuição da libido, distúrbios de ejaculação e disfunção erétil, contra 2,1% dos que receberam placebo.

É importante salientar que o finasteride não gera impotência. E uma vez interrompida a medicação, os possíveis efeitos colaterais desaparecem.

O finasteride é usado para preservar os fios que ainda não caíram. Ele não faz surgirem novos fios em área já calva. Seu efeito só se mantém durante o uso da medicação. Uma vez interrompido, o processo da calvicie recomeça. Ele não acelera a queda de fios quando interrompido.

Indica-se o uso a partir dos 18 anos de idade, sempre com orientação médica. Uma vez iniciado tratamento, recomenda-se que o paciente faça acompanhamento médico a cada 6 meses nos 2 primeiros anos, e depois 1 vez ao ano, enquanto estiver usando a medicação.

O efeito máximo da medicação ocorre com 2 anos de tratamento. Caso o paciente ainda queira mais volume de cabelos, indica-se a associação com a cirurgia de transplante capilar.
A associação do Finasteride com a loção de minoxidil traz resultados mais eficazes do que o finasteride isolado. A associação com shampoo de cetoconazol  2 a 3 vezes na semana também é eficaz.
Fonte : Clínica Muricy
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Aspectos modernos do tratamento clínico da Calvicie

NELSON HELLER
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Estética (ISAPS). Integra o Corpo docente do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Ernesto Domelles (MEC/SBCP). Consultor das Clínicas Moser de Cirurgia Plástica na Alemanha e Austria. Regente I do capítulo de Rinologia da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (gestão 2004/2005). CREMERS 4589

MARCELO ANTÔNIO ALMEIDA DE CASTRO
Médico Residente do Hospital Ernesto Dornelles (MEC/SBCP). CREMERS 4589

"Este capítulo tem como intenção falar sobre o tratamento clínico da calvicie."

A preocupação do homem com seus cabelos vem desde o início da civilização. Existem  relatos de papiros egípcios com mais de 4000 anos, como o de Ebers que descrevia tratamentos exóticos para a queda de cabelos, como a mistura de gordura de leão, hipopótamo, crocodilo, ganso e cobra. Cleópatra receitava para seu amado Júlio César uma mistura exótica, que incluia dente de cavalo e medula de veado. Existem ainda relatos históricos como Sansão e Dalila na Bíblia e o uso de perucas pelos reis da França do século XV. Cabelos volumosos sempre foram um símbolo de saúde, juventude e vigor masculino.

Fatos como estes vivenciamos até os dias atuais, onde a mídia caracteriza o homem de duas formas: o de sucesso, aquele que possui cabelos volumosos e de fracassado e velho, os tipos carecas.

Este capítulo tem como intenção falar sobre o tratamento clínico da calvicie. Antes, porém, é preciso entender como o cabelo é formado e como ele cresce. Existem várias formas de perda de cabelo (alopecia), no entanto, nossa abordagem será restrita a que é causada pelo hormônio masculino associado a fatores genéticos (alopecia androgenética).

PARTES DO CABELO E SEU CRESCIMENTO

O cabelo tem duas porções que são a haste (parte visível) e a raiz (fica dentro do couro cabeludo). A haste tem três camadas: a mais interna (medula) que está presente somente em cabelos grossos, a intermediária que propicia cor, resistência e textura aos fios e a camada externa, que serve de proteção à camada intermediária.
A raiz inclui o folículo piloso em cuja base está a papila dérrnica, que tem um fluxo sangüíneo próprio e produz os novos fios de cabelo. É nesta parte da raiz que encontramos a ligação (receptores) dos hormônios. Nas pessoas que possuem história de calvicie na família (alopecia androgenética), são nestes receptores em que ocorre a ligação do hormônio dihidrotestosterona, levando assim o cabelo a uma progressiva miniaturização. ;O desenvolvimento do cabelo tem três fases: (a) fase de crescimento, em média 87 por cento dos cabelos fica nesta fase por dois a seis anos, o crescimento médio é de um centímetro por mês; (b) fase transacional, ocorre após a fase de crescimento, e dura de duas a três semanas. Surge uma diminuição (atrofia) do cabelo, menos de 1 % dos cabelos; (c) fase de repouso, de 10 a 15% dos cabelos não crescem por aproximadamente três meses.

ALOPECIA ANDROGENÉTICA (AAG):

Excluídas as outras causas de alopecia (fungo e estresse, por exemplo), história familiar, início da calvicie e o cuidadoso exame das áreas afetadas, deve-se tentar classificá-la em padrões pré-defioidos, como a classificação de Hamilton modificada por Norwood, para tentar prever a evolução da calvicie.
Quem descreveu esta relação de fatores hormonais (hormônio masculino) e genéticos como causa de calvicie, foi Hamilton em 1942. Outros pesquisadores notaram que pacientes com a deficiência genética de uma substância (a enzima 5 alfa-redutase) não ficavam carecas, devido esta enzima estar provavelmente ligada a transformação da testosterona (hormônio masculino) em dihidrotestosterna, que ativa os receptores da papila, levando a uma diminuição na fase de crescimento a cada ciclo, o que leva a uma miniaturização do cabelo; e existe um aumento dos fios na fase de repouso. Dessa forma, existe um aumento de fios mais finos e semelhantes aos pêlos.
Esta predisposição genética é comum em homens e mulheres e se inicia em qualquer idade após a puberdade. Mais de 90% dos homens apresentarão diminuição do volume de cabelo, sendo quatro vezes mais freqüente em homens caucasianos do que em asiáticos e em negros. Em média, a maioria de homens afetados demora, 20 anos para estabilizar o padrão definitivo de calvicie.

TRATAMENTO MEDICAMENTOSO DA ALOPECIA ANDROGENÉTICA

Desde a associação da testosterona e a predisposição genética como causa de perda de cabelo, tem se tentado substâncias para neutralizar os efeitos testosterona junto ao folículo piloso. São consideradas medicações anti-hormônio masculino: progesterona, estrógenos, espironolactona, e cimetidina, entre outras, porém seus efeitos colaterais não justificam o seu uso. As drogas, como finasterida, teriam o poder de inibir a enzima 5 alfa-redutase e, tambem aqui, suas reações adversas desestimulam o seu uso.
Algumas medicações saíram totalmente desta linha de raciocínio e algumas têm uma ação desconhecida sobre o folículo, entre elas estão o minoxidil, ácido retinóico, viprostol, entre outros, e mais recentemente, o extrato de proteínas e polissacarídeos de cartilagem de peixe marinho (Viviscalâ). Neste capítulo iremos comentar o uso de dois medicamentos que ainda são os mais populares -minoxidil tópico e finasterida via oral; e sobre um terceiro, também via oral, que nos parece ser um tratamento muito promissor como demonstrado num trabalho científico realizado pelo Dr. José Marcos Pereira -o extrato de proteínas e polissacarídeos de cartilagem de peixe marinho (Viviscalâ). Minoxidil: era utilizado via oral como tratamento para pessoas com pressão alta.

Notou-se que apresentava nos pacientes tratados um aumento de crescimento de pêlos do corpo, o que levou pesquisadores a crerem que o uso tópico deste produto poderia fazer o crescimento do cabdo. Após dois anos de experiência mundial, observou-se que menos de 15% dos homens tratados com minoxidil a 2% tiveram discretos beneficios. Hoje em dia, alguns médicos utilizam o minoxidil a 5% associado com ácido retinóico para aumentar sua absorção, mas o que se observa é o aumento de efeitos colaterais como irritação no couro cabeludo.

Finasterida: potente inibidor da enzima 5 alfa-redutase, desta forma bloqueia a transformação de testosterona em dihidrotestosterona, diminuindo sua quantidade no couro cabeludo e, por conseqüência, diminuindo a miniaturização do cabelo, estimulando os foliculos miniaturizados a produzirem cabelo normal. Um estudo com dois anos de acompanhamento do uso dessa droga mostrou melhora na quantidade e volume de cabelos em 66% dos pacientes.

Em outro estudo realizado pdo laboratório, só que desta vez com cinco anos de uso, comprovou os dados obtidos nos estudos iniciais. Extrato de proteínas e polissacarídeos de cartilagem de peixe marinho (Viviscalâ):

em um estudo de 200 pacientes conduzido pelo Dr. José Marcos Pereira, foi utilizado esta medicação durante seis meses. Houve uma nítida diminuição na queda de cabelo em 73,5% dos pacientes e em 14,6% houve recuperação parcial dos cabelos. Os quadros mais brandos, independentes da duração da doença e idade dos pacientes, tiveram uma resposta significantemente melhor que nos casos mais avançados.

CONCLUSÃO

A calvicie é uma patologia que afeta o bem-estar psicológico do ser humano desde o começo das civilizações. Já foram utilizadas diversas substâncias e misturas exóticas para o seu tratamento, sem bons resultados. Atualmente, são utilizados o minoxidil tópico e ( finasterida via oral, embora tenham efeitos colaterais e não produzam a cura da calvicie.

O extrato de proteínas e polissacarídeos de cartilagem de peixe marinho (Viviscalâ) nos parece ser um tratamento muito promissor para o tratamento da calvicie.
E no futuro, como será? Provavelmente teremos a cura da calvicie através do uso de terapias genéticas e da biologia molecular.

Fonte : Clínica Heller
SP1209PB1209
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Tratamento Clínico - Os tratamentos mais utilizados

Os tratamentos mais utilizados e com maior comprovação cientifica de eficácia são comprimidos de finaterida (homens), a solução tópica de minoxidil e os shampoos a base de cetoconazol e piritionato de zinco. Devem ser usados de forma contínua para evitar a progressão da calvicie e melhorar os cabelos que estão em fase intermediária de afinamento. Estes tratamentos levam a redução da queda dos cabelos com 3 meses de tratamento, começam a mostrar resultado a partir de 6 meses de uso e atingem um resultado máximo de eficácia geralmente em 1 ano. Para as mulheres podem ser usados medicamentos antiandrogênicos como o acetato de ciproterona ou espironolactona. Sempre com orientação e acompanhamento médico.

Um tratamento complementar de boa eficácia é o laser ou o LED de baixa energia, que tem a vantagem de começar a mostrar resultados com 1 a 2 meses de uso. Atua estimulando diretamente as células do folículo capilar para que produzam pêlos melhores, além de auxiliar no controle da oleosidade do couro cabeludo e da dermatite seborreica (caspa). Os suplementos alimentares a base vitaminas, sais minerais e aminoácidos se tornam importantes complementos no tratamento da calvicie principalmente em pessoas que não tem bons hábitos alimentares ou que sofrem intenso estresse físico ou mental.
Para as áreas calvas já estabelecidas a melhor solução é o transplante capilar com unidades foliculares.
Fonte : Clínica Graf Guimarães
SP1209PB1209
 
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